<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904</id><updated>2012-02-15T22:56:51.890-08:00</updated><category term='.:Gladiadores:.'/><category term='.::Frases::.'/><category term='.:Armaduras:.'/><category term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'>Tribo VS Tribo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-3540024624584485436</id><published>2008-12-30T11:17:00.000-08:00</published><updated>2008-12-30T12:40:05.333-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quarta Guerra Macedônica (150 a 148 a.C.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Na macedônia, um aventureiro chamado Adrisco, natural de Mysia, deu-se por filho natural de Perseu, e tomou o nome de Felipe; mas não quis a nação reconhecer um pretendente ao trono, que não tinha nem exércitos, nem tesouros. Adrisco refugiou-se para a côrte de Demétrio Soter, que havia casado com uma irmã de Perseu. Demétrio entregou aos romanos seu suposto sobrinho. Guardado sem precauções, ele foge, e na Thracia reune um exército para voltar a Macedônia. Favorecido pelo descontentamento do povo, foi sem oposição aclamado rei(152). Não satisfeito com tão brilhante sorte, ele atacou a Thessalia, e subjeitou parte dela a suas leis. Desiguinou o senador Cipião Nasica para ir, como comissário, acabar com esse tumulto(148). Chegando a Grécia, achou Nasica mais grave o mal do que supunhão em Roma. No entanto, com o socorro dos aliados da república, ele consegue expulsar Adrisco de Thessalia, e encerra-lo na Macedônia. Nesse tempo Julvêncio Thalma parte a frente de um exército. Despresando o inimigo, o ataca sem cautela, é vencido e morto. Orgulhoso por essa vitória, Adrisco mostra-se o mais estúpido e cruel tirano. Q. Cecilio Matelo, que substituiu a Juvêncio, sofreu pouca perda em um combate de cavalaria. Julgou-se o tirano bastante forte, para dividir suas tropas, e conservar suas conquistas da Thessalia: perde essa divisão. Ataca Matelo na Macedônia, vence e o afugenta. Adrisco apresenta-se outra vez com um exército de Thraces, arrisca outra batalhia, é igualmente vencido, e foge para Thracia. Traido pelo principe, a quem pedio asilio, foi entregue aos romanos, que o levarão para Roma carregado de ferros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Matelo, que tinha o apelido de Macedônico, teve ainda que dessipar o partido de um povo impostor, que a imitação de Adrisco, queria dar-se por filho de Perseu, e tinha o nome de Alexandre(146). No ano seguinte, foi a Macedônia reduzida em provincia romana. Julgava-se então Roma em estado de renunciar aos insidiosos fingimentos, por meio dos quaes tinha em sua dependência os estados do Oriente. A Grécia ia sofrer sorte igual a da Macedônia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-3540024624584485436?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/3540024624584485436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/quarta-guerra-macednica-150-148.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/3540024624584485436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/3540024624584485436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/quarta-guerra-macednica-150-148.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-5583458658032762663</id><published>2008-12-30T08:52:00.000-08:00</published><updated>2008-12-30T09:10:45.527-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terceira Guerra Macedônica (171 a 168 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filipe não se contentara com fortalecer-se à custa da Liga Etólia, apoderando-se também de Demetríade e de um grande número de cidades tessálicas, de algumas cidades da costa trácia, etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já pela paz de 189 os romanos haviam visado manter a Liga Etólia como contrapeso ao poder macedónico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seis anos mais tarde, com base nos protestos de Êumenes e de outros inimigos gregos de Filipe, Roma obriga Filipe a abandonar as cidades da Trácia e algumas regiões da Grécia. As relações tornaram-se então tão tensas que Filipe teve de enviar a Roma uma embaixada extraordinária, encabeçada pelo seu filho Demétrio (vivera anteriormente alguns anos em Roma, como refém), bem-visto pelos romanos, que o desejavam atrair para a sua órbita de influência (o sucessor no trono era Perseu, o primogénito; a protecção romana a Demétrio provocará a sua condenação à morte em 181).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filipe procura então expandir-se na Trácia interior. Depois de várias campanhas, alarga a sua influência nessa região e celebra um tratado de aliança com as tribos de além Danúbio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 179 morre, deixando a Perseus um Estado militarmente forte e bem organizado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Perseu estabelecera óptimas relações com Prúsias II da Bitínia e Seleuco IV da Síria, de quem era genro. Os ródios eram seus amigos, os bastarnos, seus aliados (Bastarnae; um povo da Dácia) e entre os príncipes ilírios a influência macedónia suplantava a de Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Abandonando a política de hostilidade que o pai sempre havia seguido, Perseu procurou o apoio dos gregos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com o correr dos anos crescera na Grécia o ódio aos romanos, tanto nas classes baixas como entre as classes altas. Aproveitando a conjuntura, Perses (a outra designação latina do seu nome) decide apresentar-se como o novo “salvador”. Faz proclamar na Grécia que os perseguidos por motivos políticos ou por dívidas seriam acolhidos na Macedónia, prometendo ainda aos refugiados reintegrá-los nos seus direitos e restituir-lhes as suas propriedades. Com esta política demagógica Perseu terá alienado as classes possidentes, lançando-as nos braços do partido pró-romano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 172 Êumenes vai a Roma apresentar as suas queixas contra Perseu. O senado decide-se então pela guerra com a Macedónia. Na viagem de regresso a Pérgamo, Êumenes é vítima de um atentado em Delfos, que logo foi atribuído a Perseu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os romanos prepararam cuidadosamente a guerra a nível militar e diplomático. Quando a iniciam, em 171, Perseu estava completamente isolado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Liga Aqueia, como sempre, apoiava os romanos. Os etólios, que pouco tempo antes solicitavam a ajuda de Perseu, haviam mudado bruscamente de opinião. Na Tessália o partido pró-romano detinha o poder. Mesmo a Beócia, durante muito tempo aliada da Macedónia, se afastou de Perseu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O mesmo acontecera entre os seus amigos não gregos. Roma contava com o apoio das cidades livres da Ásia Menor, de uma parte dos ilírios, de Rodes, Bizâncio, etc. Prúsias II permaneceu neutral e Antíoco IV, irmão e sucessor de Seleuco IV, seguindo a “tradição”, aproveitou a ocasião para atacar o Egipto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No entanto, no primeiro confronto importante, na Tessália, a cavalaria e a infantaria ligeira romanas sofrem uma derrota. Em vez de explorar esse êxito, Perseu procurou entabular negociações de paz. Mas os romanos exigiram-lhe a rendição incondicional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O mando romano não estava à altura da situação, e os soldados provocaram o descontentamento da população com as suas violências e queixas por parte dos aliados. Contudo, apesar das circunstâncias se lhe apresentarem favoráveis, Perseu retirou da Tessália para a Macedónia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As duas campanhas seguintes, em 170 e 169, não deram vantagem a qualquer das partes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nesses dois anos Perseu desenvolveu uma intensa actividade diplomática, alcançando alguns êxitos, devidos sobretudo ao reaparecimento da frota macedónia no Egeu e à aparente incapacidade de Roma em ganhar a guerra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 168 os ródios, cujo comércio sofria grandes perdas com a guerra, tentam mediar o termo do conflito, mas o resultado que obtêm é precisamente o oposto, com o senado a tomar a decisão de intensificar a guerra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um dos cônsules eleitos para 168 foi Lúcio Emílio Paulo (filho do Emílio Paulo caído em Canas). Um homem sem fortuna, ainda que pertencendo à velha nobreza, e sem grande influência na vida política (teria, talvez, vínculos de parentesco com os Cipiões). Mas gozava da fama de ser um excelente chefe militar, tendo-se revelado como tal nas guerras espanholas e lígures, e de possuir uma honestidade a toda a prova.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegado ao teatro de operações rapidamente restabelece a disciplina e passa à acção ofensiva. Circundando as posições de Perseu na Macedónia do sul, obriga-o a retirar para a cidade costeira de Pydna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A 22 de Junho de 168 dá-se a batalha que pôs fim à monarquia macedónia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O primeiro choque da falange macedónia destroçou a frente romana e obrigou as legiões a retirar para as elevações próximas do acampamento romano. Na perseguição, naquele terreno acidentado, as fileiras da falange desarticulam-se e Emílio passa ao contra-ataque. Lançando os manípulos nos espaços abertos entre os macedónios, ataca-os nos flancos e pela retaguarda, acabando por lhes romper de todo a formação. A cavalaria macedónia, estranhamente, permaneceu inactiva e, ao ver a infantaria ser derrotada, afastou-se do campo de batalha. Perseu, apenas se preocupando com a salvação dos seus tesouros, foi o primeiro a pôr-se em fuga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em menos de uma hora tudo terminara. 20.000 macedónios caem no campo de batalha e 11.000 são feitos prisioneiros. As perdas dos romanos foram insignificantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Perseu foge com o seu ouro (mais de 6.000 talentos) para Samothracia (ilha do norte do Egeu), na vã esperança de gozar do direito de asilo sagrado. Mas é obrigado a entregar-se com todas as suas riquezas e os seus dois filhos. Internado na Itália, ali morrerá passados alguns anos. O primogénito, Filipe, morre dois anos após o pai. O seu filho mais novo tornar-se-á um simples escrivão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apesar da queda dos Cipiões, a sua política foi mantida e a Macedónia não se transformou em província.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A monarquia foi destruída e o país foi dividido em quatro repúblicas “independentes”, completamente isoladas umas das outras. Os habitantes de cada república não podiam contrair matrimónio nem estabelecer comércio com os das restantes. Todas as relações entre elas eram interditas. Em cada uma Roma colocou no poder a parte da aristocracia que lhe era fiel. A metade dos impostos pagos anteriormente aos reis passa agora a ser arrecadada pelos romanos. Foi proibido aos macedónios trabalhar o ouro e a prata, exportar madeira e importar sal. A população foi desarmada e as fortalezas desmanteladas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segundo este mesmo modelo são constituídas outras três repúblicas na Ilíria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Epiro, que apoiara Perseu, teve “direito” a um tratamento particular. Por ordem do senado, em 167, setenta distritos são saqueados e 150.000 habitantes reduzidos à escravatura. O saque foi tal que em Roma será abolido, por muito tempo, o imposto directo sobre os cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Destruída a Macedónia, Roma já não necessitava de amigos e aliados no mundo grego.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se bem que a Grécia haja continuado a ser nominalmente “livre”, perdeu os últimos restos da sua independência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Liga Etólia foi reduzida ao território da própria Etólia e os partidários dos macedónios foram em parte entregues aos seus inimigos políticos, em parte levados para Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em todos os Estados gregos os elementos suspeitos foram feitos reféns e enviados para a Itália. Nem a Liga Aqueia escapou, 1.000 nobres aqueus, entre os quais Políbio, são internados em diferentes cidades italianas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Rodes é arrebatada grande parte das suas possessões no continente e o seu comércio sofre um duro golpe com a proibição do comércio da madeira e do sal macedónios. A catástrofe chega quando Delos é declarada porto livre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os romanos expulsaram os habitantes desta ilha e entregaram o porto aos atenienses, sendo o seu comércio isento de todos os impostos e taxas. O comércio do Mediterrâneo oriental passou a fazer-se através de Delos. No decurso de um só ano, as receitas aduaneiras de Rodes diminuíram de um milhão para cento e cinquenta mil dracmas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O próprio Êumenes de Pérgamo, o fiel amigo, cai em desgraça, nada tendo recebido no final da guerra. Roma apoiará contra Êumenes o seu irmão Átalo e chegou até a instigar-lhe os súbditos a sublevarem-se. Quando Êumenes se desloca a Roma para tentar esclarecer os mal-entendidos (acusavam-no de ter mantido contactos secretos com Perseu) dão-lhe a perceber que a sua presença não era grata.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Exemplo da atitude que Roma tomou no Oriente, “no após 168”, foi a sua intervenção na guerra entre a Síria e o Egipto. Antíoco IV chegara em 168 ante as muralhas de Alexandria e os egípcios pediram a ajuda de Roma, que envia de imediato um embaixador, Caio Popílio. Este apresenta-se perante o sírio e transmite-lhe a ordem do senado: restituir tudo quanto havia conquistado e retirar-se do Egipto. Havendo Antíoco IV pedido algum tempo para reflectir, Popílio traça com uma cana um círculo à volta do monarca sírio e exige-lhe que desse a resposta sem dali sair...Antíoco terá obedecido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-5583458658032762663?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/5583458658032762663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/terceira-guerra-macednica-171-168.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/5583458658032762663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/5583458658032762663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/terceira-guerra-macednica-171-168.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-6147335073271392987</id><published>2008-12-30T08:37:00.000-08:00</published><updated>2008-12-30T08:50:18.046-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Segunda Guerra Macedônica(200 a 196 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Verão de 201 chegam a Roma embaixadores de Rodes e Pérgamo a solicitar a ajuda do senado. Já antes ali se apresentara um embaixador egípcio, pedindo a Roma que tomasse sob a sua tutela Ptolemeu V.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Itália estava exangue, a sua população havia diminuído, a dívida pública, sob a forma de empréstimo obrigatório (tributum), atingia uma cifra colossal e o povo almejava a paz. No entanto, após uma larga discussão, o senado decidiu-se pela guerra. Com Antíoco, Roma não tivera ainda qualquer conflito. Para se justificarem perante o povo, os senadores urdem o enredo da ameaça macedónia e da necessidade de levar a cabo, contra ela, uma guerra preventiva (Lívio, XXXI, 7). Ao olhos do senado, com Antíoco ocupado na Palestina e tendo Filipe sofrido a derrota na Ásia Menor, a ocasião era particularmente propícia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nos círculos dirigentes romanos, com a última guerra, tornara-se predominante a facção que defendia uma política internacional de agressão permanente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A economia esclavagista progredira consideravelmente, existindo agora um bem maior número de grandes propriedades. O mesmo se passara ao nível das operações financeiras e do comércio por grosso. Difundira-se a circulação do dinheiro. A nobreza e a classe rica em geral começavam a apreciar o modo de vida refinado. Tudo isso vinha reforçar a influência da facção agressiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na Primavera de 200 são enviados três embaixadores à península balcânica com a missão de atrair os Estados gregos a uma grande coligação antimacedónia. Deviam também apresentar a Filipe uma série de exigências provocatórias, impossíveis de aceitar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A primeira missão falhou, recusando-se as comunidades gregas a qualquer compromisso com os romanos. Só Atenas, já em conflito aberto com Filipe, lhe declarou a guerra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas a missão prosseguiu. Um dos embaixadores apresenta-se perante Filipe, que então assediava Abido (Abydus, no Helesponto), e faz-lhe o ultimato. Devia cessar todas as operações bélicas contra os gregos, restituir ao Egipto todas as possessões tomadas e submeter a um tribunal os litígios entre a Macedónia, Pérgamo e Rodes. Filipe recusa o ultimato e Roma, por decisão dos comícios, declara-lhe a guerra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na primeira votação as centúrias recusaram a rogatio. Só após a insistência do cônsul, numa segunda votação, a declaração de guerra foi aprovada (Lívio, XXXI, 6-8).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Outono desse ano (200), duas legiões de voluntários (recrutados entre os veteranos da II guerra púnica) comandados pelo cônsul Públio Sulpício desembarcam em Apolónia e começam a guerra com o ataque às possessões ilírias de Filipe. Ao mesmo tempo, também Atenas passa à ofensiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enquanto isso a embaixada romana prosseguia a sua acção diplomática, tratando agora de garantir a neutralidade de Antíoco no conflito. Ainda que haja evitado dar uma resposta definitiva, Antíoco manter-se-á de facto neutral em todo o decurso da guerra. Deixando Filipe entregue à sua sorte, preferiu aproveitar a situação para se apoderar das possessões egípcias na Síria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os etólios entram também em guerra contra Filipe. Os dárdanos e os ilírios foram desde o início aliados dos romanos. As frotas de Rodes e Pérgamo actuaram em coordenação com a romana no Mar Egeu e ao largo das costas macedónias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Verão de 199 Sulpício atravessa a Ilíria e irrompe na Macedónia do norte. Dada a superioridade numérica dos romanos Filipe recusa-lhes batalha. No Outono os romanos regressam às suas bases ilírias. Filipe aproveita para atacar os dárdanos no norte e, ao sul, os etólios, que haviam penetrado na Tessália.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na campanha do ano seguinte os romanos tentam fazer junção, já em território grego, com as forças dos etólios. Mas as tropas de Filipe ocupam as passagens montanhosas entre o Epiro e a Tessália, obrigando os romanos a deterem-se nas proximidades do acampamento macedónio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chega então ao teatro de guerra o cônsul desse ano de 198, um membro do círculo íntimo dos Cipiões, Tito Quíncio Flamínio, enérgico, hábil e extremamente ambicioso. Admirador ardente da cultura grega, Flamínio resolvera “enfiar-se na pele” de libertador da Grécia do jugo macedónio. Imediatamente após a sua chegada propõe a realização de conversações de paz, apresentando como condição principal a evacuação pelos macedónios de todos os territórios gregos ocupados. Filipe recusa a proposta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com a ajuda de guias locais (epirotas), Flamínio consegue penetrar no sistema defensivo macedónio do Epiro, e Filipe retira para o vale de Tempe (actual Tembi), na Tessália. Os romanos seguem-no e reúnem-se aos aliados gregos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Entretanto a frota aliada abeirara-se de Corinto, a principal praça-forte macedónia na Grécia, e a Liga Aqueia, sob forte pressão, rompia com Filipe, juntando-se aos seus inimigos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Inverno de 198/197, apresentando-se a situação bem menos favorável para a Macedónia, Filipe aceita iniciar negociações. Mas não se chega a nenhum acordo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O isolamento de Filipe aumenta. Mesmo velhos aliados seus, o tirano espartano Nábis e a Beócia, passam-se ao lado contrário. Decidido a travar uma batalha decisiva, Filipe reúne todas as suas reservas, incorporando até os jovens de 16 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em Junho de 197, na Tessália, sobre as colinas Cynoscephalae (= “cabeças de cão”), dá-se o recontro. As forças eram quase iguais, cerca de 26.000 homens para cada um dos lados. Filipe sofre uma derrota completa, perdendo mais de metade das tropas. Regressado à Macedónia, envia embaixadores a Flamínio para as negociações de paz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antíoco encontrava-se então na Ásia Menor, com o exército e a frota. Flamínio receava que o sírio interviesse em auxílio da Macedónia e aceitou as conversações. É convencionado um armistício de 4 meses contra o pagamento de 200 talentos e a entrega de reféns.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O texto definitivo do tratado foi redigido por uma comissão governamental romana de dez membros com a participação de Flamínio. Filipe renunciava a todas as suas conquistas. Abandonava todos os territórios na Grécia. Entregava a frota de guerra, à excepção de algumas naves. Entregava os prisioneiros de guerra e os desertores. Tinha de pagar um tributo de 1.000 talentos, metade de imediato e a outra metade em dez prestações anuais consecutivas. O tratado foi ratificado no ano de 196.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-6147335073271392987?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/6147335073271392987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/segunda-guerra-macednica200-196.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/6147335073271392987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/6147335073271392987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/segunda-guerra-macednica200-196.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-4372797366046566119</id><published>2008-12-30T07:12:00.000-08:00</published><updated>2008-12-30T11:15:08.502-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Primeira_Guerra_Maced%C3%B3nica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Primeira Guerra Macedónica (ainda não escrito)"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Guerras Macedônicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Guerra Macedónica (215 a 205 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 128);font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Filipe V seguira atentamente o curso da guerra. Após a batalha do Trasimeno, em Setembro de 217 acorda a paz com os etólios em Naupactos, tratando de ter as mãos livres, e de imediato inicia operações militares na Ilíria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No início do Verão de 216 a frota macedónia entra no Mar Jónico, navegando para norte, quase até Apolónia. Informado da aproximação dos romanos (que só tinham dez naves de linha), Filipe amedronta-se e volta à Macedónia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Verão de 215 chegam ao campo de Aníbal embaixadores de Filipe. É celebrado um tratado preliminar. Políbio (fragmento do livro VII): «Deste modo juram o comandante Aníbal, Magão, Mircão, Barmocar, todos os membros do conselho de anciãos cartaginês que se encontram junto dele e todos os cartagineses que participam da sua expedição, ao ateniense Xenófanes, filho de Cleómaco, enviado do rei Filipe, filho de Demétrio, por conta dos macedónios e dos seus aliados: ante Zeus, Hera e Apolo; ante os génios cartagineses, Hércules e Iolau; ante Ares, Tritão e Poseidon; ante os deuses reunidos do Sol, da Lua e da Terra; ante os rios, os golfos e as águas; ante todos os deuses que dominam sobre Cartago; ante todos os deuses que dominam sobre a Macedónia e o resto da Hélade; ante todas as divindades da guerra que presenciam este juramento...» A Macedónia comprometia-se a fazer guerra a Roma em aliança com Cartago, reconhecendo os cartagineses os direitos de Filipe sobre as costas ilírias, Corcira, Apolónia, Epidamno e outras cidades. Os aliados estavam obrigados a prestarem-se ajuda mútua com o envio de contingentes armados aonde deles houvesse necessidade. Terminada que fosse a guerra, a aliança assumiria um carácter defensivo contra eventuais ataques da parte de Roma. Filipe contaria com a ajuda da frota cartaginesa e Aníbal com a ajuda dos macedónios na Itália.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas a ratificação do tratado pelo rei da Macedónia e pelo senado cartaginês sofreu uma série de atrasos. Quando regressavam do acampamento de Aníbal, os embaixadores macedónios foram aprisionados pelos romanos, o que obrigou Filipe a enviar nova embaixada. Perderam-se assim 6 meses.    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Havendo tido conhecimento do tratado Roma toma medidas preventivas, designando o pretor Marco Valério Levino para vigiar as águas do Adriático com uma esquadra e um exército.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim, quando no Verão de 214 Filipe surge de novo no Adriático e tenta cercar Apolónia, os romanos puderam enviar reforços à cidade. O acampamento macedónio foi tomado e saqueado, com a frota romana a cortar a retirada por mar a Filipe, obrigando-o a queimar os seus navios e a regressar por terra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os romanos estabelecem-se solidamente sobre a costa ilíria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filipe, não podendo contar com a ajuda da frota púnica, então ocupada nas operações na Sicília, permanecerá algum tempo inactivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já em 213 os macedónios levarão a cabo bem sucedidas operações em terra, conseguindo reduzir os romanos a uma estreita faixa costeira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Intervém então a diplomacia romana. Em 212 Levino estabelece contactos secretos com a Liga Etólica, concluindo com ela rapidamente um tratado. Os etólios actuariam por terra contra Filipe e os romanos no mar, com não menos de vinte e cinco embarcações de linha. Com a guerra os etólios ganhariam vantagens territoriais; os romanos, todo o despojo. Os romanos comprometiam-se ainda a ajudar os etólios na conquista da Acarnânia (região do Epiro). Ambas as partes se obrigavam a não fazer a paz por separado com Filipe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A coligação antimacedónica depressa se estendeu à Élida, Esparta, Messénia e até a Átalo I, rei de Pérgamo. Entretanto o norte da Macedónia era atacado pelos ilírios e os dárdanos (habitantes de região do centro da península balcânica, a sul da Mésia).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filipe defende-se e devasta impiedosamente os territórios gregos, em particular as regiões marítimas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 208 as esquadras reunidas de Roma e Pérgamo encontraram-se frente à cartaginesa, vinda em auxílio de Filipe. Mas Átalo é obrigado a voltar a Pérgamo, ameaçado pela invasão de Prúsias, rei da Bitínia, e a frota cartaginesa comportou-se passivamente, não travando batalha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 207, com Asdrúbal a entrar em Itália, sendo Roma obrigada a mobilizar todas as suas forças, Filipe aproveita e passa à ofensiva, cruzando a fronteira da Etólia e forçando a Liga a concluir uma paz por separado com a Macedónia. Aliás, já desde há algum tempo, vários países neutrais, o Egipto, Rodes (Rhodos) e outros vinham mediando negociações nesse sentido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Roma viu-se de novo sozinha contra Filipe. Mas agora a situação era bem distinta, sendo quase certo que Aníbal iria perder a guerra. E o único objectivo dos romanos na sua política grega era o de impedir o auxílio aos púnicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(153, 153, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A paz foi concluída em 205. Os romanos conservaram as suas possessões ilírias mais importantes. Mas as cidades gregas tiveram de ceder parte dos seus territórios no continente a Filipe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 128);font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Primeira_Guerra_Maced%C3%B3nica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Primeira Guerra Macedónica (ainda não escrito)"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-4372797366046566119?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/4372797366046566119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/primeira-guerra-macednica-215-205.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4372797366046566119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4372797366046566119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/primeira-guerra-macednica-215-205.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-4668708340448716062</id><published>2008-12-29T08:17:00.000-08:00</published><updated>2008-12-30T08:52:21.051-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terceira guerra Púnica (149 a 146 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;Terceira Guerra Púnica&lt;/b&gt; foi a última das guerras a opor Roma e Cartago (149 a.C. - 146 a.C.) tendo acabado com a derrota e destruição desta última às mãos dos romanos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cipião Emiliano&lt;/span&gt;; diz a lenda ter sido provocada pela repetida afirmação no Senado, por parte Catão, o Velho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, de um dito que se tornou proverbial: &lt;i&gt;delenda est Carthago&lt;/i&gt; (Cartago precisa ser destruída).Embora as duas partes estivessem em paz desde o fim da Segunda Guerra Púnica, Roma não conseguia ficar tranquila com a rival, pois mesmo com todos os embargos e imposições que o tratado de paz fixado entre as duas cidades na última guerra, Cartago, superando todas as adversidades, voltara a prosperar. Mas Roma não podia deixar a velha rival se erguer novamente, portanto usou um ardil muito usado na antiguidade. Como Cartago estava proibida de fazer guerra contra qualquer povo, sem o consentimento do senado romano, secretamente mandou seus novos aliados na África, os Numidas, a atacarem o território Cartaginês. Durante três anos o senado Cartagines implorou para Roma o direito de defesa, sempre sendo ignorado, claro, pelos romanos, até quando finalmente os Cartigeneses resolveram se defender, estava aí criado o pretexto que Roma precisava para atacar Cartago. Então, no ano 149 a.c. as legiões atacaram e cercaram a cidade de Cartago. Este sítio durou três anos, e segundo a lenda ele foi tão duro que as mulheres cartaginesas cortavam os cabelos para fazer corda e seus defensores lutavam dia e noite para defender sua cidade, que em 149 a.c. os romanos finalmente conseguiram adentrar, e mesmo assim tiveram que lutar ferozmente para vencer a resistência, pois os cartagineses defenderam cada metro quadrado, mas pacientemente os romanos foram tomando casa por casa até entrar na cidadela interna e vencer a última resistência. Da poderosa Cartago, restaram apenas um butim de 50.000 cativos aproximadamente e uma cidade em escombros. O ódio dos romanos era tão grande pela antiga rival que segundo a lenda, após a queda da cidade, ela foi totalmente destruída e sobre suas edificações o chão foi salgado para que nada ali crescesse. A tarefa foi tão bem executada que até hoje os arqueólogos não sabem o local exato da sua localização. A Cartago que aparece nos mapas romanos após as Guerras Púnicas é uma cidade fundada pela própria Roma como uma colônia.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-4668708340448716062?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/4668708340448716062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/terceira-guerra-pnica-149.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4668708340448716062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4668708340448716062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/terceira-guerra-pnica-149.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-7650550309628158670</id><published>2008-12-27T18:10:00.001-08:00</published><updated>2008-12-29T09:26:47.113-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.::Frases::.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Disse: Friedrich Schiller&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;"Não vale nada um povo que não sabe defender a honra da sua Pátria."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-7650550309628158670?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/7650550309628158670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-friedrich-schiller-no-vale-nada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/7650550309628158670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/7650550309628158670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-friedrich-schiller-no-vale-nada.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-8811415020018393340</id><published>2008-12-27T17:09:00.000-08:00</published><updated>2008-12-29T09:27:29.037-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.::Frases::.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Disse: George Orwell&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;"O essencial da guerra é a destruição, não necessariamente de vidas humanas, mas de produtos do trabalho humano. A guerra é um meio de despedaçar, ou de libertar na estratosfera, ou de afundar nas profundezas do mar, materiais que de outra forma teriam de ser usados para tornar as massas demasiado confortáveis e, portanto, com o passar do tempo, inteligentes. "&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-8811415020018393340?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/8811415020018393340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-george-orwell-o-essencial-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/8811415020018393340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/8811415020018393340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-george-orwell-o-essencial-da.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-2888512760806067822</id><published>2008-12-27T16:51:00.000-08:00</published><updated>2008-12-29T09:29:04.342-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.::Frases::.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Disse: Heráclito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;"A guerra é mãe e rainha de todas as coisas; alguns transforma em deuses, outros, em homens; de alguns faz escravos, de outros, homens livres."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-2888512760806067822?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/2888512760806067822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-herclito-guerra-me-e-rainha-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/2888512760806067822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/2888512760806067822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-herclito-guerra-me-e-rainha-de.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-4754146307174489829</id><published>2008-12-27T16:49:00.000-08:00</published><updated>2008-12-29T09:37:42.581-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.::Frases::.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Disse: Émile-Auguste Chartier &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;"A coragem alimenta as guerras, mas é o medo que as faz nascer."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-4754146307174489829?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/4754146307174489829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-mile-auguste-chartier-coragem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4754146307174489829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4754146307174489829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-mile-auguste-chartier-coragem.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-2033411541397488878</id><published>2008-12-27T16:47:00.000-08:00</published><updated>2008-12-27T16:48:28.539-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.::Frases::.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Disse:Albert Einstein&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;"Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-2033411541397488878?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/2033411541397488878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/dissealbert-einstein-no-sei-como-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/2033411541397488878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/2033411541397488878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/dissealbert-einstein-no-sei-como-ser.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-7852053730203573567</id><published>2008-12-27T08:51:00.000-08:00</published><updated>2008-12-29T08:01:52.061-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2 style="font-weight: bold; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A Segunda Guerra Púnica(218 a 202 a.C.)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A &lt;b&gt;Segunda Guerra Púnica&lt;/b&gt; foi possivelmente o acontecimento mais importante da Antigüidade ocidental&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, pois foi através da vitória neste conflito que Roma&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Romana" title="República Romana"&gt;&lt;/a&gt; começou sua grande expansão. Ao final da guerra, os vitoriosos romanos tomaram o controle do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mediterr%C3%A2neo" title="Mediterrâneo" class="mw-redirect"&gt;&lt;/a&gt;Anatólia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, anexaram a Península Ibérica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, começaram a completar a subjugação da própria Península Itálica,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; firmaram alianças no norte da África&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e começaram sua expansão em direção ao Oriente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Il%C3%ADria" title="Ilíria"&gt;&lt;/a&gt;Ilíria&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, para a Grécia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anat%C3%B3lia" title="Anatólia"&gt;&lt;/a&gt;Anatólia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foi um conflito demorado, que envolveu toda a bacia oeste do Mediterrâneo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, estendendo-se da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_Ib%C3%A9rica" title="Península Ibérica"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Península Ibérica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; até a Península Itálica &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e desde o sul da Gália &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;até o norte da África&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Norte_da_%C3%81frica" title="Norte da África"&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igualmente importante, foi a destruição do poderio cartaginês,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; decisivo para a equação de poder no ocidente&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;por vários séculos, assim como as mudanças que muito contribuíram para a definitiva consolidação da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;forma do&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;exército romano, que passou por importantes transformações no período.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Antecedentes:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A &lt;b&gt;Segunda Guerra Púnica&lt;/b&gt; (De &lt;i&gt;Poeni&lt;/i&gt;, em latim&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim" title="Latim"&gt;&lt;/a&gt;, "Fenício" e também "Pirata"), começou em conseqüência da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Guerra_P%C3%BAnica" title="Primeira Guerra Púnica"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Primeira Guerra Púnica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Ambas as nações saíram desta primeira guerra bastante prejudicadas pelos esforços e perdas despendidos no período, inclusive com as respectivas economias muito debilitadas. Mas a vitória deu a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Romana" title="República Romana"&gt;&lt;/a&gt;Roma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;diversas vantagens.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O tratado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; firmado entre as duas nações era consideravelmente mais brando do que o que seria imaginável após a vitória romana, mas na verdade os vitoriosos não teriam como impor um acordo mais forte, dada a situação a que o esforço de guerra reduzira a própria Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim, em decorrência do tratado de paz, Roma recebe a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sic%C3%ADlia" title="Sicília"&gt;&lt;/a&gt;Sicília&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, enquanto Cartago &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;fica com a Sardenha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sardenha" title="Sardenha"&gt;&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3rsega" title="Córsega"&gt;&lt;/a&gt;Córsega&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Na verdade, porém, aproveitando-se da paz ao sul, Roma aproveitou para expandir-se para o norte, após derrotar uma invasão gaulesa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lia" title="Gália"&gt;&lt;/a&gt; em 225 a.C.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, em Telamon, subseqüentemente conquistando a Gália &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lia_Cisalpina" title="Gália Cisalpina"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lia_Cisalpina" title="Gália Cisalpina"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cisalpina&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, até o sopé dos Alpes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, além de limpar o Adriático&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; dos piratas e trazer para sua esfera de influência parte da Ilíria&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Il%C3%ADria" title="Ilíria"&gt;&lt;/a&gt;, após a guerra contra Teuta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, chamada de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Primeira Guerra Ilírica&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– trampolins naturais para os Bálcãs&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%A1lc%C3%A3s" title="Bálcãs"&gt;&lt;/a&gt;, a Macedônia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e a Grécia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao mesmo tempo, como conseqüência desta vitória, Roma, antes uma potência terrestre, passou a contar com uma marinha poderosa, além de consolidar definitivamente seu domínio sobre o sul da Península Itálica.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Entrementes, a derrota provocou uma convulsão militar e política em Cartago &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(&lt;i&gt;Cart-Hadash&lt;/i&gt;, "A Cidade Nova"), com a revolta dos mercenários,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; que se rebelaram pelo não- recebimento do soldo após terem sido retirados da Sicília e trazidos para o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Norte_da_%C3%81frica" title="Norte da África"&gt;&lt;/a&gt;norte da ÁfricaLíbia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, envolvendo&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; berberes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, alguns &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;númidas&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e mesmo certas cidades fenícias.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aproveitando-se desta instabilidade, Roma também ocupou a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sardenha" title="Sardenha"&gt;&lt;/a&gt;Sardenha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3rsega" title="Córsega"&gt;&lt;/a&gt;Córsega &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e quando o general &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%ADlcar_Barca" title="Amílcar Barca"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Amílcar Barca &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(&lt;i&gt;Amílcar&lt;/i&gt; = "Aquele que o deus Melcarte protege", &lt;i&gt;Barca&lt;/i&gt; = "raio") conseguiu debelar a revolta em uma guerra extremamente brutal de lado a lado, inclusive estendendo o território cartaginês para dentro da Numídia,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; os romanos haviam se aproveitado e ocupado ambas as ilhas. Os cartagineses protestaram, mas Roma, aproveitando a fragilidade destes, lhes declarou guerra, que só conseguiram evitar com o pagamento de uma enorme quantia e a entrega definitiva da Córsega e da Sardenha, possessões cartaginesas muito importantes pelos suprimentos de grãos e metais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Buscando recuperar sua força anterior, Cartago passou a controlar a Numídia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e a Argélia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Ao mesmo tempo, passou a investir cada vez mais no controle da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Península Ibérica&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; onde de há muito possuía interesses, tarefa que foi confiada ao mesmo general Amílcar Barca.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; E, desta forma, um exército africano invade a península sob seu comando, em 237 a.C.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/237_a.C." title="237 a.C."&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Realmente, o interesse de Cartago na Península Ibérica era plenamente justificado, devido as suas grandes reservas de metais, além da oportunidade que as tribos locais davam para a incorporação de celtiberos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;nos próprios exércitos cartagineses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Amílcar Barca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%ADlcar_Barca" title="Amílcar Barca"&gt;&lt;/a&gt;Amílcar Barca &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;era o mesmo comandante cartaginês &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;que se destacara lutando na Sicília &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;na Primeira Guerra Púnica.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Pertencente a uma das mais respeitadas famílias de Cartago&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, que desenvolvia um processo de restauração da monarquia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;em proveito próprio, fora o principal responsável pela derrota da revolta dos mercenários&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Paulatinamente, nos dezessete anos seguintes, os cartagineses que ele comandava impuseram seu domínio sobre o sul da península, ocupando a região entre o Mar Mediterrâneo e a Serra Morena &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e fazendo da localidade de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Akra Leuke&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a sede de seu domínio, dando início ao&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; período bárquida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;na Península Ibérica,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; até que Amílcar, em 229 a.C., &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;morreu em confronto com uma tribo local.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seu cunhado&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Asdrúbal&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(&lt;i&gt;Asdrúbal&lt;/i&gt; = "O ajudado de Baal") o sucedeu no comando. Este, além de pacificar as tribos ibéricas, escolheu como capital do novo domínio um velho povoado fenício &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;que rebatizou de Nova Cartago (atual Cartagena)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, um dos melhores ancoradouros do Mar Mediterrâneo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Porém, Asdrúbal foi assassinado em 221 a.C. e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, para substituí-lo, o exército escolheu o filho mais velho de Amílcar, que acompanhara o pai na invasão com a idade de nove anos e que na ocasião contava apenas 26 anos de idade, chamado de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aníbal Barca&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O início da Guerra&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aníbal Barca&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (&lt;i&gt;Aníbal&lt;/i&gt; = "&lt;i&gt;A graça de&lt;/i&gt; Baal"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;), assumiu o comando do exército com vinte e seis anos, decidido a completar a sujeição da Península Ibérica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_Ib%C3%A9rica" title="Península Ibérica"&gt;&lt;/a&gt; e dar continuidade ao plano cartaginês de ir à forra contra Roma.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas o governo de Cartago recusa-se a declarar guerra. Na verdade, Roma temia a eventualidade de uma aliança entre cartagineses e gauleses &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;que a ameaçasse. Mas tentou agir primordialmente por meios diplomáticos, firmando em uma aliança com a colônia grega de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sagunto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, na Península Ibérica,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; com a qual já possuía laços anteriores e que poderia ser muito útil em caso de uma guerra com Cartago na região.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antes mesmo disto, porém, Asdrúbal firmara um tratado com Roma em 226 a.C., &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;pelo qual os romanos reconheciam o direito dos cartagineses se estenderem até o rio Ebro, q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ue divide a Península Ibérica ao meio e que representava o limite da expansão cartaginesa aceitável pelos romanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Modernamente, porém, muitos historiadores tem refutado o rio Ebro c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;omo sendo o rio do tratado, apontando diversas inconsistências para que ocupe esta posição, especialmente o fato de que a cidade de Sagunto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sagunto" title="Sagunto"&gt;&lt;/a&gt; encontra-se ao sul deste curso d'água, além de indicarem a inexistência de vestígios arqueológicos de presença cartaginesa mais ao norte. Tem-se apontado que este rio seria, na verdade, o rio Segura,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ou outro rio meridional. Todavia, esta questão, objeto de grande discussão nos meios acadêmicos, ainda se encontra em aberto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na realidade, aparentemente a intenção de Aníbal consistia em justamente unir as tribos celtas na luta contra Roma e, posteriormente, afastar esta de seus aliados na Península Itálica, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;portanto dentro da evolução que os romanos temiam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Talvez resolvido a provocar o conflito, Aníbal atacou e sitiou Sagunto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Embora esta cidade estivesse 120 quilômetros ao sul do Ebro e, portanto, no território permitido para a ocupação cartaginesa. Durante o cerco, o Senado Romano r&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;equereu que Aníbal desistisse da operação de guerra. Mas este se recusou a suspender o ataque. Em resposta, outra missão do Senado dirigiu-se desta vez a Cartago, com um ultimato para que Aníbal fosse entregue para julgamento em Roma. Quando o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conselho dos Cem&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;órgão superior do estado cartaginês recusou-se a entregar o comandante, Roma declarou guerra, em março de 218 a.C.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Da Península Ibérica até o Lago Trasimeno&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVbeEQEmlrI/AAAAAAAAADE/qQd7YmO7YX4/s1600-h/An%C3%ADbal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 239px; height: 211px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVbeEQEmlrI/AAAAAAAAADE/qQd7YmO7YX4/s320/An%C3%ADbal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284655377380972210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aníbal, porém, foi quem tomou a iniciativa, em vez de esperar as invasões romanas da Península Ibérica e da própria África, decidindo invadir a Península Itálica. Mas, em vez de partir por mar, seguiu em abril de 218 a.C. com seu exército pelo sul da Gália, visando transpor os Alpes e atacar Roma cruzando o vale do Rio Pó.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para detê-lo, Roma enviou o cônsul &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cornélio Cipião&lt;/span&gt;, pai de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cipião Africano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, que buscou bloquear o avanço de Aníbal no rio Ródano&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Mas o comandante cartaginês tomara outra rota, diferente da esperada, atravessando o rio mais acima, utilizando balsas para passar os elefantes, e infletindo para o norte, tomando a rota que conduzia ao vale do&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Rio Isere&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; objetivo bem mais complicado e distante que a rota pela &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Riviera&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, mas também muito mais difícil de ser defendido pelos romanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Percebendo a estratégia de Aníbal, Cipião retornou à Península Itálica por mar, com parte de suas forças, enquanto os cartagineses alcançavam o sopé da cadeia dos Alpes. Esta rota, na verdade, não era novidade, sendo o caminho habitual pelo qual os gauleses haviam invadido no passado a península, sendo que a razão de Aníbal optar por ele foi justamente tentar o apoio destas tribos na guerra contra Roma. Todavia, não conseguiu nenhum apoio na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gália Transalpina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lia_Transalpina" title="Gália Transalpina"&gt;&lt;/a&gt;, pelo contrário enfrentando grande oposição das tribos que controlavam os passos na cadeia de montanhas. Assim, os cartagineses tiveram que lutar para alcançarem os cumes das montanhas, que lhes permitiam controlar o terreno. A jornada revela-se extremamente árdua, custando muitos homens para Aníbal. E embora números na Antigüidade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;sejam de difícil comprovação, calcula-se que Aníbal partira de sua base com mais de 45 mil homens, mantendo 38 mil infantes e 8 mil cavaleiros ao cruzar o Ródano, dos quais apenas cerca de 20 mil infantes e 6 mil cavaleiros chegaram à Gália Cisalpina. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas finalmente, em setembro de 218 a.C.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, seu exército conseguiu atravessar para a Itália, apenas para ver os elefantes caírem doentes e morrerem no vale do Pó. Em compensação, a estratégia de Aníbal pegara os romanos despreparados, pois sua crença era de que os Alpes, verdadeira muralha, esmagariam o ânimo e a resistência de seus inimigos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A primeira oposição que enfrentaram foi a de Cipião, na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lombardia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Lá, porém, Aníbal dispôs magistralmente de sua cavalaria e derrota duas vezes os romanos. Logo na primeira batalha, em outubro de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/218_a.C." title="218 a.C."&gt;&lt;/a&gt;218 a.C.,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; o comandante romano Cipião foi vencido pela cavalaria númida na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Batalha do Ticino&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e, dois meses depois, em dezembro de 218 a.C., &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Semprônio Longo foi igualmente derrotado com uma armadilha feita pela cavalaria. Ato contínuo, Aníbal destruiu as duas colônias romanas na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lia_Cisalpina" title="Gália Cisalpina"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gália Cisalpina&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cremona&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plac%C3%AAncia" title="Placência"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Placência&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e, graças a estas vitórias e a lutarem em províncias recém conquistadas que viam Roma como uma invasora e conquistadora, chegam vários recrutas e muitos suprimentos para o exército cartaginês.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ali, no norte da Itália, Aníbal passou o inverno. Antecipando-se aos movimentos dele e tencionando deter a invasão já claramente perigosa, Roma enviou dois exércitos ao norte, bloqueando a progressão de Aníbal pelas duas rotas possíveis: uma, no Adriático,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; que era &lt;i&gt;Ariminum&lt;/i&gt; (atual Rimini&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;) e outra na Etrúria, em &lt;i&gt;Arretium&lt;/i&gt; (atual Arezzo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;). Tendo de escolher por um dos dois caminhos, Aníbal escolheu o de &lt;i&gt;Arretium&lt;/i&gt;, pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etr%C3%BAria" title="Etrúria" class="mw-redirect"&gt;&lt;/a&gt;Etrúria,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; em direção às tropas do cônsul &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Caio Flamínio&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para esta investida, os cartagineses buscaram surpreender os romanos, optando por avançar através de pântanos, que atravessam com grandes custos ao longo de quatro dias e três noites, sofrendo grandes perdas em homens e animais. Mas todo seu sacrifício é compensado quando chegam a &lt;i&gt;Arretium&lt;/i&gt; e encontraram os romanos ainda acampados, sem esperarem o ataque.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todavia, em vez de avançar diretamente contra os romanos, Aníbal ultrapassou o acampamento de Flamínio e caiu sobre o distrito de &lt;i&gt;Arretium&lt;/i&gt;. Vendo a destruição da região, o cônsul Flamínio levantou acampamento e saiu em sua perseguição. Com isto estava caindo em uma bem planejada armadilha, pois dando perseguição a Aníbal ao longo da estrada para Roma, seguiu atrás dele pelas margens montanhosas do Lago Trasimeno,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; onde no enevoado dia seguinte atacou o exército cartaginês, que recuou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Acreditando na vitória iminente, Caio Flamínio pôs-se novamente em perseguição, apenas para ver tropas cartaginesas emergirem das elevações cheias de bosques em volta e atacarem suas legiões por todos os lados. Completamente superado, o exército romano é destruído. Neste momento, nada mais existia entre o exército cartaginês e a própria Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas Aníbal, inexplicavelmente, não marchou direto contra Roma. A razão disto é desconhecida, mas a falta de máquinas de assédio foi sempre apontada como um fator importante. Outra hipótese é que dada à impossibilidade de conquistar a cidade inimiga, Aníbal já tencionasse separar Roma de seus aliados, para o que sua estratégia seria rumar para o sul da Península Itálica, obter apoio entre outros dos sanmitas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e ficar bem posicionado para receber suprimentos e reforços de Cartago. Tomou a rota atravessando a Etrúria, cruzando os Apeninos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; em direção ao Adriático &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e parando para repousar as tropas, período em que adquiriu uma doença oftálmica que lhe custou um dos olhos. Ao mesmo tempo, Aníbal procurou formar uma aliança com diversas cidades italianas, congregando-as na derrota de Roma, sua conquistadora no passado recente. Todavia, esta plana falha, com as cidades da Itália permanecendo fiéis a Roma. Dois motivos apontados para este comportamento são os fatos de Aníbal, com falta de suprimentos, ter permitido o saque em seus territórios e também a política romana em relação aos territórios conquistados, permitindo que estes mantivessem vários direitos. Ao mesmo tempo, apesar das recentes derrotas, Roma abriu um novo teatro de operações, iniciando hostilidades na própria base de Aníbal, a Península Ibérica, onde enfrentam o irmão mais novo de Aníbal, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Asdrúbal Barca&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A estratégia Fabiana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVjcchm71hI/AAAAAAAAADM/dXjqonlUK08/s1600-h/Second_Punic_War_Battles.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 207px; height: 318px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVjcchm71hI/AAAAAAAAADM/dXjqonlUK08/s320/Second_Punic_War_Battles.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285216545335399954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enquanto Aníbal &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;prosseguia com sua estratégia política, os romanos decidiram não mais enfrentá-lo em campo aberto. Em vez disso, seu ditador nomeado na época, chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quinto Fábio Máximo&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; também conhecido até então como &lt;i&gt;Veruscus&lt;/i&gt;, eleito em 217 a.C.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, optou por uma prolongada guerra de atrito, visando enfraquecer paulatinamente Aníbal.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fábio, que ganhou o apelido de &lt;i&gt;cunctator&lt;/i&gt; (Contemporizador), tentou desgastar Aníbal com incontáveis recontros, provocando danos à moral do exército cartaginês e impedindo que este se reabastecesse de soldados. Também buscava, com esta estratégia de desgaste moral e material, evitar que cidades italianas se unissem aos invasores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para implementar tal estratégia, Fábio se recusou a enfrentar os cartagineses em campo aberto, onde a cavalaria númida &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;dava a estes uma imensa vantagem, mantendo as tropas romanas nas montanhas, onde tal vantagem era anulada. Assim, abalou o moral do exército invasor ao mesmo tempo em que fortaleceu o do próprio, assim como o de seus aliados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Porém, a estratégia de Fábio não era popular entre todos os romanos. Muitos desejavam um grande confronto, que definitivamente eliminasse a ameaça de Aníbal. Assim, os políticos romanos tomaram uma atitude absolutamente inédita, fora mesmo da constituição da República, ao elegerem um vice-ditador, chamado Minúcio, ex-auxiliar de Fábio, mas agora comprometido com um ataque direto aos cartagineses, e dividindo o comando do exército romano&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_romano" title="Exército romano" class="mw-redirect"&gt;&lt;/a&gt; entre ambos. Partindo imediatamente para o ataque, Minúcio prontamente caiu em uma armadilha de Aníbal, apenas escapando de ser destruído graças à intervenção do próprio Fábio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Infelizmente, o mandato de Quinto Fabio como ditador era do tipo &lt;i&gt;ad tempus certum&lt;/i&gt; e, ao findar seu período, além deste não ser prorrogado, nas eleições subseqüentes, em 216 a.C., &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;foi eleito um cônsul,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Caio Terêncio Varrão&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; também conhecido como Varro, profundamente comprometido com um ataque direto contra Aníbal. Mais ainda, considerando a devastação sofrida pela Península Itálica inaceitável, o Senado ordenou que se atacassem logo os cartagineses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para tanto, Roma levou a campo o maior exército de que até então dispora, no impressionante total de oito legiões, o que significava aproximadamente 86 mil homens. O outro cônsul, Paulo Emílio, acreditava que a batalha deveria ser travada quando as condições fossem favoráveis ao exército romano. Todavia Varro rejeitava esta concepção, acreditando em simplesmente encontrar Aníbal o mais rapidamente possível, dar-lhe combate e destruí-lo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com este intuito levou suas tropas para o sul, até a Calábria, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;num local chamado Canas, onde Aníbal conquistara um depósito de provisões situado em um local estratégico do qual os romanos necessitavam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para a compreensão da seqüência de fatos que levaria este exército ao desastre, é preciso compreender uma peculiaridade da constituição romana: dois cônsules eram eleitos, tendo entre suas atribuições comandarem o exército. Quando um cônsul sozinho dirigia uma campanha, cabia-lhe o comando supremo das tropas, mas quando os dois acompanhavam o mesmo exército, cada um deles comandava em um dia, sendo substituído pelo outro no dia seguinte e assim sucessivamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desta forma, Paulo Emilio, acreditando que deveriam aproveitar uma ocasião mais favorável, conduziu as tropas com grande moderação, esperando mesmo que a escassez de suprimentos forçasse Aníbal a abandonar a posição que defendia, possibilitando aos romanos ocupá-la. Mas Varro forçou o combate, aproveitando-se do dia em que o comando alternado lhe cabia para colocar as tropas em formação de batalha, fora do acampamento e frente a frente com o exército cartaginês. Desta forma, Varro fez exatamente aquilo que Aníbal desejava, oferecendo a este a ocasião de provocar uma grande derrota aos romanos, o que lhe fora negada pela estratégia de Fábio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A Batalha de Canas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVjjhfdzIVI/AAAAAAAAADU/C-4V1dKHUP8/s1600-h/Batalha+de+cana.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 269px; height: 218px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVjjhfdzIVI/AAAAAAAAADU/C-4V1dKHUP8/s320/Batalha+de+cana.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285224327240950098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aníbal &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;estudara os métodos militares romanos e, portanto, sabia que os inimigos avançariam contra o centro de suas forças. Mais do que isto, porém ele contou com as próprias táticasVarro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Este, talvez por achar que a causa anterior das derrotas romanas fora a menor profundidade das formações das legiões c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;omparativamente com a falange macedônia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;usada pelos cartagineses,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; dispôs suas tropas numa enorme e compacta coluna, pouco mais comprida do que larga. Esta formação, feita para atuar empurrando os cartagineses &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;como um aríete, assim substituía a tradicional formação romana em manípulos.  &lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aníbal, por sua vez, dispôs suas forças não em linha reta, mas sim numa fila convexa. Mais ainda, na vanguarda colocou seus soldados mais fracos, gauleses e celtiberos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;enquanto nas extremidades colocou recuadas suas melhores tropas, de veteranos africanos. Cobrindo os flancos de seu dispositivo, pôs a soberba cavalaria, na direita a cavalaria cartaginesa e na esquerda a númida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVjjmVfkZkI/AAAAAAAAADc/gHCsmYSk5q0/s1600-h/Batalha+de+cana%28ex%C3%A9rcito+destruido%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 270px; height: 221px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVjjmVfkZkI/AAAAAAAAADc/gHCsmYSk5q0/s320/Batalha+de+cana%28ex%C3%A9rcito+destruido%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285224410463364674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No princípio da batalha, a cavalaria cartaginesa na esquerda derrotou a cavalaria romana da direita, que fugiu e, dando a volta por detrás da formação romana, atacou a cavalaria da esquerda romana, que lutava contra a cavalaria númida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Neste meio tempo, os romanos atacaram com sua infantaria, exatamente da forma esperada, avançando contra o centro e contra os gauleses, que como Aníbal previra cederam e logo formaram uma concavidade na linha cartaginesa, para a qual convergiu a infantaria inimiga. De repente, os cartagineses avançaram e fecharam a formação adversária pelos lados, flanqueando os romanos, ao mesmo tempo em que sua cavalaria atacava os romanos pela retaguarda. As legiões foram completamente cercadas, em tal amassamento dentro da formação cartaginesa que sequer puderam sacar suas espadas. O que deveria ser o combate decisivo contra Aníbal tornou-se uma carnificina, na qual o próprio exército de Roma foi massacrado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os historiadores divergem sobre o número de perdas, mas concordam em que pereceu a fina-flor do exército de Roma, além de sua maior parte, numa derrota total e completa, muito pior que a do Lago Trasimeno. Ironicamente, entre os mortos está o cônsul &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paulo Emílio&lt;/span&gt;, enquanto seu colega e principal responsável pelo desastre, o cônsul Varro, voltou a Roma sem sequer ter sido aprisionado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A notícia da derrota espalhou do pânico em Roma. As mulheres doaram suas jóias ao estado e limparam o chão dos templos com seus cabelos, as legiões recusaram-se a receber o soldo, crianças de 13 e 14 anos foram alistadas para servirem na defesa das muralhas, além de escravos terem sido aceitos nas legiões mediante a promessa de liberdade e o Senado,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; visando o favor dos deuses, mandou sacrificar-lhes quatro prisioneiros enterrando-os vivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Inexplicavelmente, porém, Aníbal não marchou contra Roma, o que a história jamais compreendera perfeitamente. Sem dúvida lhe faltavam máquinas de assédio, o que é uma das explicações aventadas. Outra hipótese plausível para a recusa de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%ADbal" title="Aníbal"&gt;&lt;/a&gt;Aníbal em atacar RomaCanas, que permitiu aos romanos se reorganizarem para a defesa da cidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Igualmente especula-se que Aníbal, após a monumental derrota romana, imaginava que as cidades italianas aderissem finalmente à sua causa, assim como esperava atrair a aliança de diversas outras nações, ao invés de ter de invadir o Lácio e sitiar uma por uma das cidades latinas até a própria Roma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De fato, tão grande foi à derrota de Roma que as tribos dos sanmitas e outros se rebelaram e passaram a apoiar Aníbal, ao mesmo tempo em que as cidades da Magna Grécia e da Campânia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, lideradas por&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Cápua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, a segunda maior da Itália, fizeram a mesma coisa e abriram suas portas aos cartagineses. Ao mesmo tempo, o rei&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Filipe V&lt;/span&gt; da Macedónia,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; aderiu à causa cartaginesa, em 215 a.C., e declarou guerra aos romanos, além da própria Cartago, sempre avara em suprimentos e homens para Aníbal, lhe enviar reforços. Mais importante ainda, os soberanos de Siracusa que substituíram a Hierão mudaram de lado e abraçaram a aliança com Cartago. E a Sicília era vital para Roma por causa do fornecimento de cereais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas as esperanças de Aníbal se interrompem neste ponto, pois as cidades do centro da Itália, notadamente da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etr%C3%BAria" title="Etrúria" class="mw-redirect"&gt;&lt;/a&gt;Etrúria, do Lácio e da Úmbria, p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ermanecem fiéis a Roma, que por sua vez entregou suas tropas restantes ao cônsul Cláudio Marcelo e voltou, na medida do possível, a estratégia de desgaste e guerrilha pensada por Quinto Fábio Máximo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim, se explica este momento da guerra por Aníbal não possuir força suficiente para tomar Roma ou invadir o Lácio e por talvez nem a própria Cartago as possuir se realizasse um esforço definitivo. Desta forma, Aníbal permaneceu no Sul da Península Itálica, aguardando reforços da África, da Península Ibérica ou da Macedônia, sem avançar diretamente contra Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A estagnação na Itália e o desenrolar da guerra em outros teatros de operações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este período da Segunda Guerra Púnica foi caracterizado pela falta de ação no teatro principal da guerra e, ao mesmo tempo, por diversos conflitos em outras regiões.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na Península Itálica, os cartagineses se instalaram em Cápua e ocuparam o sul da península, estabelecendo-se uma frente de batalha mais ou menos na altura do rio Volturno, 174 quilômetros ao sul de Roma. Atacar Aníbal diretamente neste reduto mostrou-se impossível e nos cinco anos seguintes mais de um comandante Romano que tentou tal coisa e foi derrotado serviu de prova.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Entrementes, na Sicília&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, o cônsul&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Marcelo &lt;/span&gt;atacou e conseguiu tomar Siracusa em 212 a.C.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, após um longo e terrível sítio, no qual a cidade foi defendida pelo matemático e engenheiro&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Arquimedes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, o que fez os romanos terem de enfrentar as mais recentes inovações da ciência grega. Esta vitória se completou pela conquista, pouco depois, também da cidadela cartaginesa de Agrigento, logrando a retomada da ilha e assegurando o fornecimento de cereais a Roma&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, além de dificultar as comunicações entre Aníbal e Cartago.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma importante manobra ocorreu quando os romanos se aproveitaram da ausência de Aníbal e seu exército para atacarem e assediarem Cápua&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, um ano após a tomada de Siracusa. As legiões lograram invadir a cidade, o que levou os líderes da rebelião anti-Roma, responsáveis pelo massacre dos romanos ao decidirem pela aliança com Cartago, a cometerem suicídio ou serem executados pelos vencedores, enquanto a população da cidade sofria uma diáspora pelos restantes domínios de Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao mesmo tempo, os romanos iniciaram uma série de operações contra Filipe V, enviando uma grande frota para vigiarem o Adriático, que impediu aos macedônios a conquista da cidade de Apolonia,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; trampolim para a invasão da Península Itálica. Iniciaram também uma ofensiva diplomática junto aos estados gregos, tentando congregá-los contra a Macedônia. Assim, quando Filipe V, após diversas vitórias na Ilíria, conseguiu tomar o excelente porto de Lisso, ao mesmo tempo em que Aníbal tomava o porto de TarentoTaranto),&lt;/span&gt; (atual &lt;span style="font-size:85%;"&gt; tornando viável a ambicionada invasão, uma poderosa coalizão grega comandada pelos etólios, aos quais Roma prometera dinheiro e apoio militar, impediu que os macedônios juntassem suas forças com as de Aníbal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Roma também redobrou seus esforços na Península Ibérica, onde já começara operações antes mesmo da derrota de Canas, para onde enviou um novo exército sob comando de dois membros da família Cipião, um dos quais o Públio Cipião que antes já fora derrotado por Aníbal. Esta força conseguiu vencer os cartagineses no rio Ebro, em 215 a.C.,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; derrotando Asdrúbal, mas pouco depois foi por este derrotada, com a morte de seus dois comandantes. Assim, Cartago mantinha, apesar da presença de uma pequena força romana, o controle da essencial Península Ibérica, base de seus exércitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas neste ponto Aníbal estava praticamente isolado no sul da Península Itálica, sem conseguir assediar Roma e privado de reforços. Percebendo a mudança nos ventos da guerra, Filipe V voltou atrás na aliança com Cartago e passou a apoiar Roma, privando Aníbal de seu mais forte aliado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tentando reverter definitivamente o curso dos acontecimentos na Península Ibérica, o Senado Romano nomeou um candidato improvável para comandante. Tratava-se de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Públio Cornélio Cipião&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, filho do cônsul Cipião e sobrinho do outro comandante que também morrera na campanha contra&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Asdrúbal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Tinha apenas 24 anos, idade abaixo da legal para comandar exércitos, mas inspirava tal confiança no povo e no Senado que a lei foi alterada para permitir que ele assumisse o controle das legiões em confronto com Asdrúbal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 210 a.C., el&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e correu para assumir o comando, com ordens de defender a única possessão romana na região, um enclave no Nordeste da península.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Públio Cornélio Cipião&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Naquela época, era conhecido como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%BAblio_Corn%C3%A9lio_Cipi%C3%A3o" title="Públio Cornélio Cipião" class="mw-redirect"&gt;&lt;/a&gt;Públio Cornélio Cipião&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, O Moço, e, apesar de sua pouca idade, já dera mostras de grande capacidade política, além de ser considerado carismático e devoto, apresentando-se publicamente como ungido pelos deuses.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assumindo o comando do exército ibérico, Cipião alterou sua missão, basicamente defensiva, para uma tentativa de efetivamente derrotar Asdrúbal e expulsar os cartagineses. Utilizando a diplomacia e da ação militar, com uma tática superior e rápidos deslocamentos, primeiro cortou as comunicações entre Nova Cartago e o restante das tropas, depois a isolou das forças aliadas e, vadeando um lago e atacando as muralhas da cidade, conquistou a principal base cartaginesa. Com isto, acertou um golpe importantíssimo nas pretensões cartaginesas, pois a Península Ibérica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; era a verdadeira base de Aníbal, sede de seus exércitos e celeiro de recrutas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vendo a situação perdida, Asdrúbal &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;atendeu ao chamado anterior de seu irmão e tentou alcançar a Itália, também pela rota dos Alpes. Mas Roma tomou conhecimento de seu deslocamento. Desta forma, o cônsul Nero, que tinha suas forças frente às de Aníbal, imperceptivelmente as retirou desta frente sul e as levou para o norte sem que o general cartaginês percebesse, onde encontrou o exército de Asdrúbal. Em Signália,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; junto ao rio Metauro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Metauro" title="Rio Metauro"&gt;&lt;/a&gt;, ao norte da península, Nero não só destruiu o exército inimigo como também conseguiu matar Asdrúbal, em 207 a.C.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/207_a.C." title="207 a.C."&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 205 a.C., Públio Cornélio Cipião retornou a Roma e, eleito cônsul, propôs-se a realizar um plano ousado: invadir diretamente o norte da África e atacar Cartago em seu próprio território. A reação do Senado e principalmente de Quinto Fábio Máximo foi absolutamente negativa. Mesmo assim, Cipião conseguiu permissão para a empreitada, embora lhe fosse negada autorização para recrutar tropas. Conseguiu apenas voluntários e duas legiões que, derrotadas anteriormente em Canas, haviam sido mandadas em desgraça para a Sicília. Com esta força na primavera de 204 a.C., ele partiu para invadir o coração do inimigo, na esperança de que Aníbal o seguisse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A Guerra chega à África&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na época da Segunda Guerra Púnica, o norte da África&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; era bem mais desenvolvido e civilizado que a própria &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_It%C3%A1lica" title="Península Itálica"&gt;&lt;/a&gt;Península Itálica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, O que se revelou vital para a estratégia que&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Cipião Africano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;empregaria contra Cartago.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Logo ao desembarcarem as tropas romanas, Cartago &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mandou contra elas toda a cavalaria de que dispunha. Mas Cipião, manobrando numa retirada tática, as atraiu para uma armadilha e a aniquilou. Graças a esta vitória, conseguiu dois efeitos importantes: mais apoio de Roma e abalar a liderança de Cartago na região.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A manobra seguinte de Cipião, todavia, fracassou, com o cerco de seis semanas ao porto de&lt;span&gt;&lt;span&gt; Útica &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  sendo levantado pelas tropas de [Sifax]], rei dos númidas e o mais poderoso aliado de Cartago, que veio se juntar às novas tropas que o general cartaginês&lt;span&gt;&lt;span&gt; Asdrúbal Grisco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;recrutava. Juntas, estas forças muito superiores obrigaram Cipião a recuar até uma pequena península, que este fortificou e transformou em refúgio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A partir desta base improvisada, planejou uma arriscada manobra, dando a impressão de que tentaria invadir o porto de Útica e, de repente, num ataque noturno, caindo sobre o acampamento das tropas de Sifax, situado a 11 quilômetros do acampamento cartaginês. Vendo o fogo se alastrar nas posições de seus aliados, os cartagineses abriram as portas de seu próprio acampamento na tentativa de ir socorrê-los e neste momento Cipião aproveitou para atacar também suas tropas, com o que conseguiu a completa derrota tanto de Sifax quanto dos cartagineses. Graças a esta vitória, entre Cartago e as legiões romanas não existia mais nenhuma oposição apreciável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todavia, tal qual Aníbal antes dele, Cipião também não marchou direto contra a capital inimiga, igualmente por lhe faltarem condições para o assédio de uma cidade muito maior do que a própria Roma. Ademais, um sítio a Cartago, além de sua difícil implementação, como a&lt;span&gt;&lt;span&gt; Terceira Guerra Púnica &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;viria demonstrar posteriormente, não necessariamente traria Aníbal de volta à África, como desejava Cipião. Havia também o risco deste cerco trazer Aníbal de volta enquanto as operações contra a capital inimiga prosseguissem, prensando os romanos entre as duas forças. Assim, ao invés do ataque direto, Publio Cipião optou por destruir os aliados de Cartago, tencionando também abalar sua estrutura econômica e a própria moral dos inimigos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Desta forma, escolheu marchar contra Sifax e suas tropas, que derrotou e, naquela que se revelaria à manobra decisiva da guerra, investiu contra aNumídia, derrotando os aliados cartagineses e colocando Massinissa no comando da terra de onde saíra à cavalaria que havia constituído umas das principais forças do exército de Cartago. Depois, avançou contra Túnis, outra aliada que ficava frente a frente da própria Cartago, dividindo a mesma baia, destruindo-a. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Tão difícil tornou-se a situação que os cartagineses decidiram abrir negociações de paz. Porém, as tratativas foram interrompidas em 202 a.C., com a chegada de Aníbal de volta da Itália, desembarcando em Léptis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A Batalha de Zama&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antes do desembarque de Aníbal, Cipião dispensara Massinissa &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;e sua cavalaria para que voltasse a Numídia e assegurasse o seu trono. Com a chegada de Aníbal, os romanos também ficaram presos entre as tropas deste e a própria Cartago.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; É provável que tratativas de paz encetadas entre Cartago e os romanos e a trégua em que elas se deram representasse um despiste para dar tempo a Aníbal de retornar a pátria.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nesta situação, Cipião&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; escolheu nem avançar contra Cartago nem dar combate a Aníbal, mas fugir ou dar combate direto e retirar suas forças, deixando apenas um pequeno destacamento e se afastando de Cartago através do vale de Bagrados. Assim, enquanto Aníbal corria para Cartago, Cipião movimentou-se em sentido inverso. A razão desta manobra foi colocá-lo em contato com Massinissa, que retornava às pressas da Numídia, e também colocar o exército romano exatamente no coração da fonte de alimentos da própria Cartago, numa posição que estes seriam obrigados a defender.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao saber da posição assumida pelos romanos, o Senado de Cartago ordenou a Aníbal que imediatamente o enfrentasse e, apesar deste responder que não se imiscuíssem em tais assuntos, Aníbal acaba tendo de se portar como o general romano pretendia. Desta forma, deslocou-se em marcha forçada para o oeste, afastando-se de Cartago e internando-se longe de qualquer cidade, fortaleza ou outro ponto de apoio para suas tropas. E no mesmo momento em que chegava Aníbal perante seu exército, Cipião recebia, também, o reforço de Massinissa e de sua cavalaria númida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Porém, em vez de combater os cartagineses, Cipião mais uma vez recuou, afastando os inimigos dos suprimentos de água e levando a batalha para uma planície, onde sua superioridade em cavalaria lhe tornava qualquer desenvolvimento tático favorável. O nome deste local era &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Naragara&lt;/span&gt;, embora a posteridade o conhecesse, incorretamente, por&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Zama&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para esta batalha decisiva, Aníbal dispôs suas tropas primeiro, colocando-as em formação antes de Cipião. Nas alas, sua própria cavalaria de númidas e cartagineses protegia as alas da infantaria, formada na frente pelos celtiberos e gauleses&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lia" title="Gália"&gt;&lt;/a&gt; e, atrás, pelas suas melhores tropas, de veteranos africanos. À frente do dispositivo, ele colocara intimidadores batalhões de elefantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ter de dispor as tropas depois de Aníbal deixava Cipião numa situação difícil, mas para isto a cavalaria de Massinissa mostrou-se vital. Os esquadrões montados adentraram o cenário em coluna e, frente ao exército cartaginês, abriram-se em linha, protegendo a infantaria que evoluía atrás. Depois, deslocaram-se para os dois flancos da formação, assumindo posição idêntica as da cavalaria adversária, embora estivessem em número bem maior.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O dispositivo de Cipião trazia a formação já tradicional de Velites, Hastários, Príncipes e Trinários, embora com um truque que decidiria a batalha favoravelmente aos romanos: coortes &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;inteiras de homens armados com trompas de guerra logo nas primeiras filas da infantaria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Coube a Aníbal o primeiro movimento, através de seus elefantes. A uma ordem sua, os pelotões de bestas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Besta_%28arma%29" title="Besta (arma)"&gt;&lt;/a&gt; que estavam à frente de sua infantaria avançaram contra os romanos. Porém, ao alcançarem a linha inimiga, além da oposição dos Velites à frente da infantaria, o som das trompas assustou os animais, que apavorados fugiram em direção ao próprio exército cartaginês, arrasando as alas direita e esquerda da cavalaria de Aníbal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Imediatamente, os romanos alternaram a posição dos Hastários com os Príncipes, enquanto a cavalaria de Massinissa pelo seu lado direito e de Caio Lélio pelo esquerdo avançavam e a cavalaria cartaginesa, inferiorizada em efetivos, recuava para fora do cenário da batalha. Neste ponto, Aníbal ordenou que sua infantaria atacasse, com os celtiberos e gauleses na frente e com seus veteranos atrás. No choque que se seguiu, a infantaria de Cartago não conseguiu empurrar a infantaria romana e a formação mais larga e mais delgada de Cipião mostrou sua superioridade, envolvendo os flancos da formação cartaginesa e a assolando de três lados. Por fim a cavalaria de Massinissa retornou pelas costas de Aníbal, cercando totalmente o exército de Cartago. Sem condição de evoluir taticamente, o exército cartaginês foi completamente derrotado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pior talvez do que esta derrota tática, foi à derrota estratégica anterior, pois num local remoto e sem pontos de apoio, Aníbal não teve para onde recuar nem como reagrupar suas tropas. Nesta condição, totalmente vencido, rendeu-se a Cipião. Cartago nada mais tinha a responder após Zama. Não teve escolha além de pedir a paz e dar a guerra como perdida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Roma aproveitaria a derrota total da inimiga, impondo condições rapaces: Cartago d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;everia entregar toda a sua frota, pagar uma brutal indenização, abandonar todas as suas posses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Os destinos de Aníbal e de Cipião&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Após a rendição, Aníbal permaneceu em Cartago, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;como magistrado-chefe, tentando obter meios de pagar a grande indenização exigida por Roma.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; É consenso entre os historiadores que procedeu bem nesta tarefa, agindo com honestidade e irritando a nobreza cartaginesa, que o denunciou a Roma. Ao receberem a denúncia, os romanos viram a ocasião para se livrarem do velho adversário, exigindo que Cartago o entregasse.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aníbal, todavia, fugiu para a Síria,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; na época parte do&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Império Selêucida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, aconselhando o rei&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Antíoco III &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a entrar em guerra contra Roma, guerra esta que Antíoco perdeu, novamente para Cipião&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e na qual Aníbal atuou como comandante naval. Da Síria fugiu para a&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Bitínia &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;onde, prestes a ser entregue aos romanos, suicidou-se com veneno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quanto a Cipião, o herói que derrotara Cartago, ainda comandaria, sob as ordens de seu irmão, a derrota de Antíoco III. Mas seria acusado por adversários políticos de corrupção e terminaria se refugiando naPenínsula Ibérica&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;, abandonando Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Conseqüências da Guerra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A primeira e mais importante de todas as conseqüências foi colocar Roma definitivamente no caminho do império, expandindo muito seu território. Embora a guerra prosseguisse durante décadas, a Península Ibérica foi formalmente anexada em 197 a.C. Para o leste, Roma anexou a Ilíria, após uma guerra que durou de 230 a.C. a 219 a.C..&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em 214 a.C.,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; começou a primeira das&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Guerras macedônicas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerras_maced%C3%B4nicas" title="Guerras macedônicas"&gt;&lt;/a&gt;, que Roma terminou em 168 a.C., com a anexação deste país e a escravização em massa dos macedônios derrotados. Logo após, a partir de 192 a.C., Roma derrotou Antíoco III e anexou a Anatólia até os montes Taurus e, em 97 a.C., Sila, o Feliz, expandiu o domínio romano para o Oriente até o rio Eufrates e para o sul até a Judéia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao mesmo tempo, o decisivo poderio cartaginês foi destruído e, finalmente, em 146 a.C., Cipião, o Africano Menor, neto por adoção de Cipião, o Africano Maior, a destruiu completamente na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terceira Guerra Púnica&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dentro de Roma, a conseqüência da guerra foi o lento processo de estrangulamento da República&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Ao voltarem para casa, os soldados não encontram mais as terras que cultivavam, destruídas pela guerra ou pelo abandono de seus donos, o que acelera a acumulação de propriedades nas mãos dos Patrícios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aníbal, de fato, não destruiu Roma, mas a guerra desencadeou uma série de fatos, incluindo a chegada de milhares de escravos do Ponto em conseqüência das Guerras Macedônicas, que causaram a Guerra Agrária. Ele não destruiu Roma, mas ajudou muito a destruir a República Romana e a abrir caminho para os Césares, o Principado e o Império Romano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-7852053730203573567?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/7852053730203573567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/segunda-guerra-pnica-segunda-guerra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/7852053730203573567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/7852053730203573567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/segunda-guerra-pnica-segunda-guerra.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVbeEQEmlrI/AAAAAAAAADE/qQd7YmO7YX4/s72-c/An%C3%ADbal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-2489269200314709205</id><published>2008-12-26T18:34:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T19:03:12.361-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:Armaduras:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWVNbPCq5I/AAAAAAAAAB8/M_t-J_YMtYs/s1600-h/foto_malhas.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 205px; height: 255px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWVNbPCq5I/AAAAAAAAAB8/M_t-J_YMtYs/s320/foto_malhas.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284293795670829970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;Malhas&lt;/h1&gt;          &lt;p&gt;As armaduras de malha foram possivelmente as mais usadas em toda a história. Seus primeiros achados datam do séc. IV a.C. e estão associados ao povo celta. Os romanos, na seqüência, fizeram largo uso das malhas enquanto durou seu império, deixando-as de herança para os povos medievais que aperfeiçoaram este tipo de armadura ao seu maior grau.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Por toda a Idade Média as armaduras de malha foram usadas, atingindo seu auge no séc. XIII quando o cavaleiro se envolvia literalmente dos pés a cabeça em anéis de ferro interligados.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Historicamente, a existência de malhas com anéis cujas extremidades estão apenas juntadas (sem nenhuma solda ou rebite) é duvidosa. Existem poucos exemplos que sobreviveram, sendo peças das mais antigas ou referentes a reparos em campos de batalha. Todas as outras peças de autenticidade comprovada contém anéis rebitados ou sólidos (soldados ou extraídos por completo de uma chapa). De fato, somente esses anéis conferem às malhas seu poder de proteção num combate real. A &lt;em&gt;Guilda&lt;/em&gt; começou a fazer seus projetos em anéis rebitados, embora ainda ofereça peças nos não autênticos anéis &lt;em&gt;juntados&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Sobre a nomeclatura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="retrai"&gt;      &lt;p&gt;Existe muita confusão associada à nomenclatura desta  armadura. O termo popular em inglês &lt;em&gt;chainmail&lt;/em&gt; é um pleonasmo, uma vez que &lt;em&gt;mail&lt;/em&gt; — do francês &lt;em&gt;maille&lt;/em&gt;, do latim &lt;em&gt;macula&lt;/em&gt; que  significa malha — dava nome à armadura em sua época. No séc. XVIII, o termo &lt;em&gt;mail&lt;/em&gt; acabou se desvirtuando e passou a denotar qualquer tipo de armadura, fazendo surgir nomes medonhos como &lt;em&gt;chainmail&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;scalemail&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;platemail&lt;/em&gt;, totalmente equivocados.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;No português o problema continua. O conhecido &lt;em&gt;cota de malha&lt;/em&gt; vem também do francês &lt;em&gt;cotte de      maille&lt;/em&gt; que significa vestido/veste de malha. Sendo assim, pode-se usar o termo para dizer das peças no      formato de túnica ou camisa (hauberk e haubergeon), mas não para dizer da trama ou do tipo de armadura.      Falar algo como “este cavaleiro trajando uma túnica de cota de malha” é um equívoco.      Ou use “uma túnica de malha” ou apenas “uma cota de malha”.&lt;/p&gt;&lt;div style="font-style: italic;" class="topo"&gt;      &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tramas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;     &lt;/div&gt;                &lt;p&gt;Existem diversas técnicas para se unir os anéis de ferro, são o que damos o nome de trama da malha. É a trama, juntamente com o tamanho e espessura dos anéis, que dará as características de peso, resistência, expansibilidade e flexibilidade da peça. Os armoreiros medievais sabiam disso quando escolheram a trama &lt;em&gt;4 por 1&lt;/em&gt; como sendo a padrão para suas armaduras.&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWV0GSM4YI/AAAAAAAAACE/Tof_WdnrFgs/s1600-h/4x1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 112px; height: 109px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWV0GSM4YI/AAAAAAAAACE/Tof_WdnrFgs/s320/4x1.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284294460061835650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;4 por 1 significa cada argola passa por outras 4. É a trama européia mais simples e também a maiseficiente. Apresenta ótima expansibilidade e pouco peso, que não restringem os movimentos do guerreiro. Outras malhas possíveis são as &lt;em&gt;6 por 1&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;8 por 1&lt;/em&gt; etc. Embora mais densas e teoricamente mais resistentes, pecam pela falta de mobilidade e peso excessivo. Na prática, sempre podemos diminuir o tamanho das argolas de uma trama &lt;em&gt;4 por 1&lt;/em&gt;, melhorando sua resistência, no lugar de optar por uma &lt;em&gt;6 por 1&lt;/em&gt; com o mesmo tamanho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;               &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWWp820FuI/AAAAAAAAACM/NgRlXsmiHb8/s1600-h/6x1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 116px; height: 110px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWWp820FuI/AAAAAAAAACM/NgRlXsmiHb8/s320/6x1.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284295385243981538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                Historicamente essas assertivas se verificam. Quase todas as malhas  autênticas são &lt;em&gt;4 por 1&lt;/em&gt;, com pouquíssimos exemplos &lt;em&gt;6 &lt;/em&gt;&lt;em&gt;por 1&lt;/em&gt; não totalmente verificados. Deve-se ter em mente que estamos falando de anéis sólidos/rebitados que são dezenas de vezes mais resistentes do que os &lt;em&gt;juntados&lt;/em&gt;. Não fosse o caso, diminuir o tamanho das argolas nem sempre seria a melhor opção.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Vale mencionar que armaduras de malha também existiram no Japão feudal, com tramas com simetria triangular bem diferentes das européias, como a &lt;em&gt;3 por 1&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;6 por 1&lt;/em&gt; oriental.&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Hauberk/Haubergeon&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;          &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWXUksKNoI/AAAAAAAAACU/dNaLdSOIrzw/s1600-h/hauberk_com_coifa.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 120px; height: 144px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWXUksKNoI/AAAAAAAAACU/dNaLdSOIrzw/s320/hauberk_com_coifa.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284296117491218050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Até o séc. XIII a principal armadura do cavaleiro era a túnica de malha. Descia até a altura dos joelhos, com mangas compridas terminadas em mitenes (luvas), trazendo às vezes uma coifa (capuz) de malha incorporada. A estas túnicas damos o nome de &lt;em&gt;hauberk&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Com o desenvolvimento das armaduras de placas nos séculos seguintes, o &lt;em&gt;hauberk&lt;/em&gt; foi reduzindo de tamanho e se tornou o &lt;em&gt;haubergeon&lt;/em&gt;, uma camisa descendo até abaixo do quadril com mangas ¾ do comprimento. Estas são as cotas (vestes) de malha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Roma antiga, malha era a armadura padrão dos soldados antes do aparecimento da &lt;em&gt;lorica segmentata&lt;/em&gt;. Se parecia com um &lt;em&gt;haubergeon&lt;/em&gt; mas sem mangas e trazia uma camada dupla na região dos ombros. Seu nome era &lt;em&gt;lorica hamata&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Seguindo a linha histórica, no início da Idade Média  — séc. VI–X  —  a &lt;em&gt;lorica hamata&lt;/em&gt; sobe até a altura dos quadris, ganha mangas de cerca da metade do comprimento e perde a dupla camada nos ombros. Esta cota de malha é comumente associada ao povo escandinavo e recebe o nome de &lt;em&gt;birnie&lt;/em&gt;. Pode-se reparar que esta camisa se enquadra muito bem em um &lt;em&gt;haubergeon&lt;/em&gt;, mas historicamente colocamos este depois do &lt;em&gt;hauberk&lt;/em&gt; enquanto que o &lt;em&gt;birnie&lt;/em&gt; antes.&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Coifa&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWYVeAKPXI/AAAAAAAAACc/8mvuuKrC3Bo/s1600-h/coifa.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 89px; height: 100px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWYVeAKPXI/AAAAAAAAACc/8mvuuKrC3Bo/s320/coifa.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284297232387554674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;          &lt;p&gt;A coifa é o capuz feito de malha com o intuito de proteger a cabeça e o pescoço. Durante os séc. XI–XIII costumava ser integrada ao hauberk, depois disso começou a ser vista separadamente, com um manto que descia até os ombros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por volta do séc. XII as coifas receberam uma melhoria: a venteira. Tratava-se de uma tira de malha anexada à lateral da abertura da face que, quando presa à outra extremidade, cobria o queixo (por vezes a boca também) deixando somente a parte superior do rosto exposta.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWYkIaP8lI/AAAAAAAAACk/KrEP3auJuiQ/s1600-h/venteira.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 56px; height: 90px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWYkIaP8lI/AAAAAAAAACk/KrEP3auJuiQ/s320/venteira.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284297484289438290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A venteira possivelmente continha um forro que ajudava a malha a ficar moldada corretamente enquanto servia de acolchoamento para diminuir o impacto no maxilar.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p class="last"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWZg5NqcaI/AAAAAAAAACs/AYBK0B3SiWc/s1600-h/calcas.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 51px; height: 110px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWZg5NqcaI/AAAAAAAAACs/AYBK0B3SiWc/s320/calcas.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284298528182137250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2 style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Calças&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;          &lt;p class="last"&gt;As calças são as proteções de malha para as pernas, podendo ser na forma de meiões compridos, subindo até a coxa, ou uma faixa de malha que dá a volta pela perna, presa atrás por amarras de couro. Por volta do séc. XIII, as calças começaram a aparecer incorporadas com um sapato também de malha.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWZysEOaiI/AAAAAAAAAC0/hjPrRmXCDHE/s1600-h/manto.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 97px; height: 100px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWZysEOaiI/AAAAAAAAAC0/hjPrRmXCDHE/s320/manto.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284298833890535970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Manto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;          &lt;p class="last"&gt;O manto era uma peça feita para proteger o pescoço, os ombros e eventualmente a parte superior do peito e das costas. Achados históricos datam do séc. XV e XVI, principalmente de origem germânica. Como mostrado na ilustração, a trama não é radial, mas apresenta emendas de 45°, além de uma fenda nas costas (fechada por cordões de couro) para deixar passar a cabeça.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWaAFsGkqI/AAAAAAAAAC8/0k4YNc5Jq6M/s1600-h/camal.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 100px; height: 100px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWaAFsGkqI/AAAAAAAAAC8/0k4YNc5Jq6M/s320/camal.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284299064106980002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Camal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;          &lt;p class="last"&gt;O camal tem a mesma finalidade do manto — a proteção da parte superior do corpo — com a diferença de que é afixado ao elmo (muito comum aos &lt;em&gt;bacinetes&lt;/em&gt;). O método tradicional de afixação se dá  por meio  de &lt;em&gt;anilhas&lt;/em&gt;, conforme mostrado na imagem.&lt;/p&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-2489269200314709205?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/2489269200314709205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/malhas-as-armaduras-de-malha-foram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/2489269200314709205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/2489269200314709205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/malhas-as-armaduras-de-malha-foram.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SVWVNbPCq5I/AAAAAAAAAB8/M_t-J_YMtYs/s72-c/foto_malhas.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-5929143475813798708</id><published>2008-12-26T18:21:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T18:30:39.582-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Guerras Púnicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Primeira Guerra Púnica(264 e 241 a.C.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Primeira Guerra Púnica foi um conflito travado entre 264 e 241 a.C. que opôs Cartago à República de Roma, as maiores potências da região do Mediterrâneo da época. Foi a primeira de três guerras entre os dois povos, todas vencidas pelos romanos. As baixas e conseqüências econômicas do confronto foram muito altas para ambas as partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Antecedentes:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio do século III a.C., Roma já era uma força militar e dominava toda a península Itálica, seja por meio de guerras ou por alianças com outros grupos, dentre os quais as cidades gregas na península, tendo Tarento como a mais importante, que após o fracasso da invasão de Pirro (comandante grego que tentou dominar a Itália e a Sicília entre 280 e 275 a.C.) se renderam a Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartago era uma potência comercial e marítima no Mediterrâneo, com portos no norte da África, península Ibérica e na Sicília. Cartago possuía uma inimizade histórica com Siracusa, cidade grega situada ao leste da ilha da Sicília, tendo ambas pretensões de dominar a ilha.&lt;br /&gt;Cartago e Roma eram aliados comerciais e tinham inclusive combatidos junto contra Pirro, pouco mais de uma década antes do inicio da Primeira Guerra Púnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cartago antes da Primeira Guerra Púnica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Em 288 a.C., uma companhia de mercenários italianos que havia lutado por Siracusa contra Cartago, os Mamertinos, atacou a cidade de Messina, até então em poder de Siracusa, matando todos os homens e fazendo das mulheres suas esposas. Os Mamertinos dominaram o Estreito de Messina que separa o sul da Península Itálica da ilha da Sicília, atrapalhando rotas importantes da região. O sucesso da ocupação incentivou uma rebelião semelhante na cidade romana de Rhegium (atual Reggio di Calabria) do outro lado do Estreito de Messina que só foi controlada dez anos depois, em 270 a.C..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumindo o poder de Siracusa em 270 a.C., Hiero II decidiu reconquistar Messina e sitiou a cidade. Acuados, os Mamertinos pediram ajuda simultaneamente a Roma e a Cartago. Cartago viu no pedido de ajuda uma oportunidade de prejudicar Siracusa e aumentar seu poder na Sicília e assim respondeu enviando tropas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de os Mamertinos serem italianos, os romanos ficaram relutantes em ajudá-los contra Siracusa, principalmente por terem sofrido em Rhegium um conflito semelhante contra mercenários, mas temiam um aumento do poder de Cartago em suas vizinhanças.&lt;br /&gt;Quando Roma decidiu ajudar os Mamertinos, Cartago já comandava Messina, mas os mercenários preferiram entregar o poder para os romanos. Enfurecida, Cartago se aliou a Hiero contra a nova ameaça ao seu poder na Sicília: os romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra antes envolvendo o controle de uma cidade nas mãos de mercenários, tornou um conflito entre as maiores forças da região do mediterrâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os Combates:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os primeiros combates na Sicília&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apesar de estar cercado por dois fortes inimigos, os romanos comandados pelo cônsul Appius Claudius atacaram e venceram primeiro as tropas de Siracusa, e em seguida as de Cartago, forçando-os a recuar e fugir em desordem. Com o sucesso e a ida de novas tropas sob comando do novo cônsul Manius Valerius Messalla, os romanos atacaram e sitiaram Siracusa, forçando Hiero a mudar de lado no conflito, se aliando a Roma contra Cartago em 263 a.C.&lt;br /&gt;Com a situação desfavorável, Cartago passou a utilizar exércitos mercenários e concentrou sua força na cidade de Agrigentum (atual Agrigento), principal cidade na Sicília sob seu domínio. Em 262 a.C., Roma começou um grande e demorado cerco à cidade. Aníbal Grisco, o comandante das tropas sitiadas, pediu por reforços e mantimentos para Cartago e Hanno foi mandado com tropas e elefantes para ajudá-lo. Hanno conseguiu significativas vitórias atacando as linhas de suprimentos do exercito romano, mas devido à situação (fome e deserções nas tropas de Grisco que continuavam sitiadas), Hanno teve que partir para uma batalha contra as tropas principais de Roma. A batalha de Agrigentum terminou com vitória dos romanos, apesar de Grisco ter conseguido fugir com a maior parte de suas tropas abandonando a cidade para os inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Primeiras batalhas navais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Após a vitória em Agrigento, Roma passou a controlar grande parte do território da Sicília, entretanto Cartago continuava a dominar os mares, atacando as cidades costeiras aliadas a Roma e dificultando a chegada de reforços e suprimentos. Com isso, Roma decidiu começar a produzir uma frota marítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o começo da guerra, Roma não possuía nenhuma experiência naval, mas com a ajuda das cidades gregas sob seu domínio, produziu uma frota de 100 quinqueremes e 20 triremes, a partir de navios capturados de Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira batalha naval (Batalha de Lipari), foi travada próximo às Ilhas Eólias e terminou com derrota das inexperientes forças romanas. Pouco depois, em uma batalha maior (Batalha de Mylae), os romanos alcançaram sua primeira vitória naval, sob o comando do cônsul Gaius Duilius, que passou a ser tido como um herói em Roma. Essa e as demais vitórias romanas na fase inicial da guerra se devem em grande parte a um novo dispositivo que passou a equipar os navios romanos: o corvus. O corvus era uma espécie de ponte que os romanos prendiam nos navios inimigos ao se aproximar e assim tomavam o navio, utilizando sua superioridade no combate homem a homem. Com essa tática, Roma acabou com o domínio marítimo de Cartago, vencendo as batalhas de Sulci (258 a.C.) e Tyndaris (257 a.C.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 256 a.C., uma grande força com cerca de 330 navios foi montada sob o comando dos cônsules Marcus Atilius Regulus e Lucius Manlius Vulso para invadir o Norte da África. Cartago, ciente desta ameaça, enviou sua frota para barrar o ataque. Os generais Hanno e Hamilcar (conhecidos por suas ações em Agrigento e Paropus) foram postos no comando da frota de Cartago. Quando essas duas forças se enfrentaram a sudeste da Sicília na batalha de Ecnomus, na maior batalha naval da antiguidade, a frota romana saiu vitoriosa, podendo seguir para o ataque aos territórios de Cartago na África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Combates na África&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Após a batalha, grande parte da força romana voltou com Lucius para Roma ou para a Sicília, deixando Regulus com 15 mil homens na África. Regulus avançou atacando cidades menores. Cartago mandou um exército para enfrentá-lo quando sitiava Adys. A batalha de Adys foi ganha pelos romanos, o que fez com que Cartago tentasse um acordo de paz com os invasores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto as condições impostas pelos romanos foram tão severas que o acordo não foi concretizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem acordo, Cartago contratou o general mercenário espartano Xanthippus para organizar sua defesa contra as legiões romanas. Xanthippus enfrentou Regulus na batalha de Tunis, onde os romanos sofreram pesada derrota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As tempestades de 255 a 253 a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Ao saber da derrota em Túnis, Roma enviou sua frota para resgatar os sobreviventes. Cartago tentou impedir, mas foi derrotada na batalha naval de Hermaeum. Entretanto, no retorno à Sicília, uma tempestade destruiu a maior parte dessa frota (quase 300 navios destruídos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à tragédia, Roma teve que construir uma nova frota rapidamente. Essa frota foi mandada para Sicília onde conquistou a cidade de Panormus (atual Palermo), a mais importante sob o domínio de Cartago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a vitória, parte da frota foi para África onde atacou algumas cidades, mas no retorno foi novamente surpreendida por tempestades, perdendo cerca de 150 navios.&lt;br /&gt;Cerco de Lilybaeum:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após alguns anos sem maiores batalhas, Cartago tentou reconquistar Panormus (atual Palermo), mas foi derrotada. A vitória reanimou e encorajou as forças de Roma, que tinha acabado de reconstruir sua frota. Roma cercou por terra e por mar Lilybaeum (atual Marsala), a última cidade de Cartago na Sicília. Cartago mandou reforços para a cidade, que sob comando de Himilco vinha conseguindo se defender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frota de Cartago sob comando do almirante Aderbal se encontrava próxima e apesar do cerco, vinha conseguindo enviar suprimentos para a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar com esse problema, o cônsul Publius Claudius Pulcher decide atacar a frota inimiga de surpresa, mas o ataque a Drepana (atual Trapani) é um fracasso completo, tornando a batalha de Drepana a maior derrota naval dos romanos na guerra. Pouco depois, o resto da frota romana que não havia participado da batalha foi destruída por tempestades enquanto tentava cercar a frota de Aderbal. Depois disso, Cartago voltou a ter o domínio marítimo na guerra e Roma ficou anos sem construir uma nova frota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terra, o cerco a Marsala e à base naval de Trapani continuou, mas sem maiores avanços.&lt;br /&gt;Assustada com o rumo que a guerra estava tomando, Roma nomeia Aulus Atilius Caiatinus para ditador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Amílcar Barca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Em 247 a.C. Amílcar Barca, pai de Aníbal Barca, tornou-se comandante das forças de Cartago e começou a aproveitar o domínio marítimo para atacar cidades costeiras no Sul da Península Itálica. No mesmo ano, ele se estabeleceu com seu exercito próximo de Panormus (atual Palermo), no meio do território inimigo. De lá, seus ataques a cidades italianas se estenderam até Cumae e graças a esses ataques ele conseguia suprimentos para suas tropas, visto que a essa altura da guerra a economia de Cartago e até mesmo de Roma já estavam bastante abaladas. Apesar dos constantes ataques seu exercito não apenas conseguiu se defender como avançou para Monte Eryx (Monte San Giuliano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A nova frota de Roma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Devido à dificuldade enfrentada na guerra em terra contra Amílcar, Roma voltou a construir uma frota visando acabar com a chegada de suprimentos por mar às tropas de Cartago na Sicília.&lt;br /&gt;Como o Estado não tinha mais condições de bancar essa nova frota, ela foi custeada pelos cidadãos ricos que se organizaram em pequenos grupos cada um dos quais construindo um navio. Assim Roma, mesmo falida pela guerra que já se estendia por mais de 20 anos, conseguiu uma nova frota de 200 navios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 242 a.C., a nova frota foi mandada para as proximidades de Lylibaeum (atual Marsala). Ao saber da inesperada força naval romana, Cartago mandou sua frota com suprimentos esperando que chegasse à base de Amílcar, onde embarcaria os experientes marinheiros sob seu comando. Entretanto a frota foi avistada, o que resultou na batalha das Ilhas Aegates (Ilhas Égadi) ganha pelos romanos. A cidade de Marsala acabou dominada, restando na Sicília apenas a base de Amílcar, isolada e sem suprimentos que chegavam por mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartago, sem recursos para tentar qualquer manobra na guerra, aceitou a derrota e, sob o comando de Amílcar, negociou um tratado de paz com Roma, pondo fim à guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conseqüências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Roma ganhou a Primeira Guerra Púnica após 23 anos do conflito e substituiu Cartago como o poder naval dominante do mediterrâneo. No fim da guerra, ambos os estados estavam esgotados financeira e demograficamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para determinar as fronteiras finais de seus territórios, fizeram uma linha reta através do mediterrâneo. Espanha, Córsega, Sardenha e África permaneceram com Cartago. Tudo ao norte dessa linha foi incorporado por Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória de Roma foi influenciada extremamente por sua recusa persistente em admitir a derrota e aceitando somente a vitória total. Além disso, a habilidade da república de atrair investimentos privados no esforço de guerra, usando o patriotismo dos seus cidadãos para bancar navios e tripulação, foi um dos fatores decisivos na guerra, principalmente quando comparado com o descaso aparente da nobreza de Cartago em arriscar suas fortunas para o bem comum. O fim da primeira guerra Púnica resultou também no nascimento oficial da marinha romana, que no futuro proporcionou a expansão do Império Romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Termos de paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Os termos da paz projetados pelos romanos eram particularmente pesados contra Cartago, que não estava em posição de negociar. Foi imposto a Cartago:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Evacuar a Sicília;&lt;br /&gt;•    Libertar seus prisioneiros de guerra sem resgate, mas pagar resgates para que os seus fossem libertados;&lt;br /&gt;•    Não atacar Siracusa e aliados;&lt;br /&gt;•    Transferir para Roma um grupo de pequenas ilhas ao Norte da Sicília;&lt;br /&gt;•    Evacuar todas as pequenas ilhas entre a Sicília e a África;&lt;br /&gt;•    Pagar uma indenização de 2200 talentos em dez prestações anuais, mais uma indenização adicional de 1000 talentos imediatamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras cláusulas determinavam que os aliados de cada lado não seriam atacados pelos do outro e ambos os lados foram proibidos de levantar tropas dentro do território do outro. Isto impedia Cartago de usar forças mercenárias romanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Perdas no conflito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  O número de vítimas em cada lado é sempre difícil de determinar precisamente, devido à parcialidade nas fontes históricas, dirigidas normalmente para realçar o valor de Roma.&lt;br /&gt;Entretanto, considerando que (excluindo vítimas da guerra terrestre):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Roma perdeu 700 navios (principalmente devido ao mau tempo e aos líderes incompetentes) e ao menos parte de suas tripulações;&lt;br /&gt;•    Cartago perdeu 500 navios e ao menos parte de suas tripulações;&lt;br /&gt;•    Cada navio tinha aproximadamente 100 homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Chega-se à conclusão que, embora incertas, as vítimas eram definitivamente pesadas para ambos os lados. O historiador Políbio comentou que a guerra foi, até então, o mais destrutivo em termos de vítimas na história das guerras, incluindo as batalhas de Alexandre, o Grande, o que pode dar uma idéia da dimensão do conflito. Olhando os dados do censo romano do século III a.C., Adrian Goldsworthy notou que durante o conflito Roma perdeu aproximadamente 50.000 cidadãos. Isto exclui tropas auxiliares e os homens no exército sem status de cidadão, que estariam de fora da contagem principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cartago após a guerra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Após a guerra, Cartago não tinha praticamente nenhum dinheiro e não pôde sequer pagar os exércitos mercenários mobiliados. Isto conduziu a um conflito interno, a Revolta dos Mercenários, ganha após duro esforço por Amílcar Barca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o resultado político mais imediato da Primeira Guerra púnica tenha sido a queda de Cartago como um poder naval principal. As condições assinadas no tratado da paz comprometeram a situação econômica de Cartago e impediram a recuperação da cidade. A indenização exigida pelos romanos causou uma tensão adicional nas finanças, forçando a cidade a olhar para outras áreas de influência para obter o dinheiro para pagar Roma. Isso resultou numa ocupação cada vez mais agressiva nas colônias de Hispania (atual Espanha), o que mais tarde causou a Segunda Guerra Púnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma comparação interessante pode ser feita com a política da Alemanha após a derrota na Primeira Guerra Mundial. O tratado de Versalhes levou à crise econômica e por conseqüência a Segunda Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Roma, o fim da Primeira guerra púnica marcou o começo da expansão além da península Itálica. A Sicília transformou-se na primeira província romana governada por um praetor, em vez de um aliado. A Sicília se tornaria muito importante para Roma como uma fonte de cereais. Em 238 a.C. Roma anexou a Sardenha como outra província e a Córsega como um território (ambos perdidos por Cartago).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-5929143475813798708?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/5929143475813798708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/guerras-pnicas-primeira-guerra-pnica264.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/5929143475813798708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/5929143475813798708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/guerras-pnicas-primeira-guerra-pnica264.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-1055239263678302732</id><published>2008-12-26T18:10:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T18:17:17.687-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Guerras Samnitas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Primeira Guerra Samnita (343 a 341 a.C.):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Durante anos, os povos que viviam nos Montes Apeninos haviam lutado para expandir-se até as terras baixas da Campânia e da costa do Mar Tirreno, mas tanto etruscos como latinos haviam impedido estas invasões. Os samnitas eram uma destas rudes tribos apeninas que haviam se expandido até a costa da Campânia, onde tiveram contato com a mais avançada civilização grega, e que se supunha sua saída natural para o mar para dominar, assim, os mercados do Mar Tirreno. Por sua vez, os bruttios e os lucanos pressionavam as colônias gregas da Magna Grécia, sendo Tarento (atual Taranto) a principal delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Primeira Guerra Samnita foi breve, entre 343 e 341 a.C. Após derrotarem os auruncos, os romanos visavam conquistar também a Campânia, consolidando a fronteira oriental que, mediante o Rio Liris, colocaria em contato a República Romana com o Sâmnio. Os samnitas, por sua vez, começaram a pressionar os sidicinos da cidade de Cales, os quais buscaram a ajuda de Capua. Contudo, Capua foi derrotada pelos samnitas e então foi solicitada a ajuda de Roma. Desta forma, Roma teve a desculpa necessária para atacar seus antigos aliados, devido ao crescente interesse em expandir suas redes comerciais fora do Lácio e monopolizar os centros comerciais, visando diminuir sua dependência da agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os romanos, comandados por Marco Valério Corvo, obtiveram algumas vitórias em Campânia e no próprio Sâmnio. Contudo, a guerra não foi bem vista em alguns setores da sociedade romana. Houve, inclusive, rebeliões em algumas guarnições romanas em Campânia, que foram reprimidas por Valerio Corvo.&lt;br /&gt;A guerra terminaria, anos mais tarde, com um compromisso de paz no qual os samnitas reconheceram a adesão de Capua a Roma e dos interesses romanos em Campânia. Os romanos, por sua vez, entregaram os territórios sidicinos ao domínio samnita. Imediatamente, os aliados latinos de Roma se rebelaram contra esta, já que foram obrigados a lutar contra os samnitas sem serem consultados e se sentiram oprimidos pelo controle que Roma exercia sobre eles, razão pela qual ocorreu a Segunda Guerra Latina.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segunda Guerra Samnita (326 a 304 a.C.):&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Segunda Guerra Samnita, a mais longa de todas, ocorreu entre 326 e 304 a.C., após a Segunda Guerra Latina, na qual os samnitas apoiaram Roma. Os samnitas interpretaram como casus belli tanto o apoio que Roma brindou a Nápoles, ameaçada pelos samnitas, como a fortificação de Fregelas (328 a.C.), situada na margem oposta do Rio Liris, que, até o momento, havia sido a fronteira entre ambos os povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível distinguir duas fases do enfrentamento. Na primeira fase (327-321 a.C.), os romanos trataram de cercar o território samnita. Contudo, em 321 a.C., os samnitas cercaram o exército romano nas Forcas Caudinas, permitindo sua retirada em condições humilhantes. Em 316 a.C., Roma reiniciou os combates, mas foi novamente derrotada na Batalha de Lautulae (315 a.C.). Sua estratégia seguinte foi a construção da Via Apia, que a comunicava com Capua, fundando colônias ao longo de seu percurso para encerrar os samnitas dentro de seu território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 310 a.C., os romanos venceram os etruscos (aliados samnitas desde 311 a.C.) na Batalha do Lago Vadimon, às margens do Rio Tibre. Após o avanço sobre a Apulia, os romanos tomaram Boviano, a capital samnita.&lt;br /&gt;No fim da segunda guerra, em 304 a.C., Roma apoderou-se da Campânia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terceira Guerra Samnita (298 a 290 a.C.):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Terceira Guerra Samnita ocorreu entre 298 e 290 a.C. Os samnitas organizaram uma coalizão contra Roma com etruscos, sabinos, lucanos, umbros e celtas do norte da Península Itálica. Roma obteve vitórias fazendo frente a todos eles e reocupou Boviano em 298 a.C. As tropas samnitas fugiram para o norte atrás de etruscos e celtas e, em 295 a.C., a aliança lutou contra os romanos na Batalha de Sentino, na qual foram derrotados.&lt;br /&gt;Após firmar a paz com os etruscos, Roma fundou a colônia Venusia, em Apúlia, para conter os samnitas, que finalmente se renderam em 290 a.C. Desde então, os samnitas foram obrigados a ceder tropas auxiliares para Roma, sendo paulatinamente assimilados pela cultura romana.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-1055239263678302732?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/1055239263678302732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/guerras-samnitas-primeira-guerra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/1055239263678302732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/1055239263678302732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/guerras-samnitas-primeira-guerra.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-1782511503281276129</id><published>2008-12-26T12:34:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T18:09:51.678-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:História militar de Roma:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Guerras Romanas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta lista pretende enumerar os maiores conflitos em que se viu envolvido o Estado romano, incluindo inimigos externos ou internos. São também apresentados os mais importantes generais, tanto romanos como bárbaros. Devido à longa duração de cada uma destas guerras, será freqüente a listagem de vários generais na mesma guerra, ou do mesmo general em várias guerras.&lt;br /&gt;A listagem está organizada em "guerras de conquista", travadas enquanto Roma se expandia, exterminando potenciais ameaças e/ou procurando a segurança contra eventuais ameaças externas, "revoltas e rebeliões", em que Roma era ameaçada pelos seus próprios generais ou povos conquistados, e "invasões externas", em que Roma lutou na defensiva contra inimigos externos, sem que, no final da batalha, tenha resultado numa conquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-1782511503281276129?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/1782511503281276129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/guerras-romanas-esta-lista-pretende.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/1782511503281276129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/1782511503281276129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/guerras-romanas-esta-lista-pretende.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-202145324838032801</id><published>2008-12-16T11:32:00.000-08:00</published><updated>2008-12-16T11:34:03.203-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.::Frases::.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Disse: &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 255, 255);" href="http://www.frasesfamosas.com.br/de/william-shakespeare.html" class="autor" title="FRASES PENSAMENTOS MENSAGENS WILLIAM SHAKESPEARE"&gt;William Shakespeare&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-family: webdings;"&gt;"Fortes razões, fazem fortes ações."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-202145324838032801?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/202145324838032801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-william-shakespeare-fortes-razes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/202145324838032801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/202145324838032801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-william-shakespeare-fortes-razes.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-4920722341296784172</id><published>2008-12-16T10:52:00.000-08:00</published><updated>2008-12-16T11:25:40.874-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:Armaduras:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf7C3wVurI/AAAAAAAAABM/ctkluUbKE7Y/s1600-h/equipamento.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 282px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf7C3wVurI/AAAAAAAAABM/ctkluUbKE7Y/s320/equipamento.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280465114860206770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:webdings;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Equipamentos assim, foram usados pelos romanos nas suas batalhas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:webdings;font-size:85%;"  &gt;Eram pesadas,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:webdings;" &gt;mais servia bem pois elas eram bem resistentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf_3od1mPI/AAAAAAAAABs/ZqHo9LuO86g/s1600-h/centuriao2.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 195px; height: 284px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf_3od1mPI/AAAAAAAAABs/ZqHo9LuO86g/s320/centuriao2.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280470419335649522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O Galeus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:webdings;" &gt;No tempo de Augusto, os legionários usavam um capacete de ferro de tipo gálico conhecido como &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: webdings; font-style: italic;"&gt;galeus&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Loriga Hamata&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:webdings;" &gt; Inspirada na malha que tradicionalmente usavam os &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: webdings; font-style: italic;"&gt;hastati&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:webdings;" &gt; e os príncipes; completava-se com o &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: webdings; font-style: italic;"&gt;cingulum militare&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:webdings;" &gt;, um cinto de onde pendiam várias tiras de couro com discos metálicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Loriga segmentada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:webdings;font-size:85%;"  &gt;Este tipo de protecção, era usada pelos legionários de infantaria romanos do século I a.C.&lt;br /&gt;A principal vantagem deste equipamento: oferecia uma maior protecção que as malhas, e sobretudo maior flexibilidade facilitando a liberdade de movimentos dos soldados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caliga&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:webdings;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sandália militar de couro com sola cravejada. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf8TlmTI3I/AAAAAAAAABc/l6z0btgqXZs/s1600-h/caligas.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 194px; height: 185px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf8TlmTI3I/AAAAAAAAABc/l6z0btgqXZs/s320/caligas.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280466501555659634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-4920722341296784172?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/4920722341296784172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4920722341296784172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/4920722341296784172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf7C3wVurI/AAAAAAAAABM/ctkluUbKE7Y/s72-c/equipamento.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-6316180581977878896</id><published>2008-12-16T10:35:00.000-08:00</published><updated>2008-12-16T10:39:08.602-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:Gladiadores:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf0KhmCjWI/AAAAAAAAAA8/AHTQbTZh6wk/s1600-h/gladiadores.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 250px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf0KhmCjWI/AAAAAAAAAA8/AHTQbTZh6wk/s320/gladiadores.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280457549768985954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Os gladiadores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se no primeiro século do império, qualquer um podia financiar jogos, os imperadores acabaram por reservar-se o monopólio dos combates de gladiadores, a menos que dessem permissão, o mesmo se passando fora de Roma. Nos dias em que ocorriam jogos, (normalmente nas saturnalia, ou em qualquer comemoração excepcional: ascensão do imperador, vitória contra inimigos, etc) é que se davam os combates de gladiadores (não era assim um acontecimento muito comum).&lt;br /&gt;Antes dos combates propriamente ditos, eram feitos simulações de combates com armas de madeira. Só depois ocorriam os verdadeiros combates. Tanto podiam combater individualmente como em grupo por equipas (simulando verdadeiras batalhas). Quando num dos grandes combates (ainda com centenas de combatentes), ainda a principio, um gladiador era derrotado sem estar gravemente ferido, um juiz decidia o seu destino, não se incomodando a multidão em interromper os jogos nessa altura, só mais tarde depois de combates considerados excepcionais (por serem bons ou maus) é que intervinha, tal como o imperador. Conforme o resultado (vencedor, perdedor vivo, ou morto), saía-se por uma porta diferente.&lt;br /&gt;Os gladiadores dentro da arena dividiam-se por categorias de acordo com o seu equipamento sendo estes por principais (existiam outras categorias):&lt;br /&gt;Retiarius - é das figuras mais famosas: possuía uma rede e um tridente e uma peça de metal de protecção no braço esquerdo. O objectivo era conseguir envolver o adversário na rede de modo a imobiliza-lo; portanto deveria combater a uma certa distância (usando o tridente).&lt;br /&gt;Trácio- usava um capacete que normalmente lhe tapava toda a cara deixando pouca visibilidade, um pequeno escudo, alguma protecção no corpo e uma espada curva com o usavam os trácios; para ter alguma hipótese, tinha de combater o mais próximo possível para anular o tridente e ser apanhado na rede.&lt;br /&gt;Secutor- equipamento algo semelhante com o anterior, mas com mais equipamento de protecção nos braços e pernas o que o tornava mais pesado e menos móvel (e ainda capacete, um escudo maior, uma espada ou um punhal).&lt;br /&gt;Os gladiadores tanto podiam combater individualmente como em grupo por equipas. (simulando verdadeiras batalhas).&lt;br /&gt;Também se simulavam caçadas; animais ferozes (leões, tigres, tudo o que mais exótico se arranjasse) eram caçados como se estivessem ao ar livre. Não confundir com lutas de animais contra criminosos que combatiam só com uma arma (ou às vezes nem isso). Por curiosidade, a caça de esses animais para serem levados para os circos foi tão intensiva que se pensa que tenha contribuído para a sua extinção (os famosos elefantes do norte de africa, os leões do próximo oriente).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-6316180581977878896?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/6316180581977878896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/os-gladiadores-se-no-primeiro-sculo-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/6316180581977878896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/6316180581977878896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/os-gladiadores-se-no-primeiro-sculo-do.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUf0KhmCjWI/AAAAAAAAAA8/AHTQbTZh6wk/s72-c/gladiadores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-708442741911348605</id><published>2008-12-16T10:28:00.000-08:00</published><updated>2008-12-16T10:39:08.602-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.:Gladiadores:.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUfzwTQmLDI/AAAAAAAAAA0/hl-XFHzQ178/s1600-h/gladiador.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 212px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUfzwTQmLDI/AAAAAAAAAA0/hl-XFHzQ178/s320/gladiador.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280457099244350514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Prisioneiros de guerra&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se existe uma imagem que associamos aos romanos é a dos combates de gladiadores. Ignora-se de onde veio a tradição (se bem que os romanos a associassem aos etruscos).&lt;br /&gt;Estes começaram com uma finalidade religiosa: o 1º caso registado, foi um combate organizado por um Romano em honra do seu pai recém-falecido, ainda em plena república. No entanto rapidamente a componente lúdica se sobrepôs à religião, e indivíduos ricos com ambições políticas financiavam jogos para obter popularidade e mantinham equipas de gladiadores. Os gladiadores tinham diversas origens: prisioneiros de guerra, escravos, criminosos e mesmo voluntários. Supostamente combateriam no máximo umas 3 ou 4 vezes por ano dedicando-se o resto do tempo ao treino (que era bastante rigoroso, com disciplina e castigos severos para as faltas). Sendo assim, e representando os gladiadores um investimento, os combates de morte não eram tão habituais como habitualmente se julga (se bem que maus combatentes, ou que desagradassem ao público seriam rapidamente eliminados). Dentro dos gladiadores temos de destacar uma categoria especial: os criminosos condenados à morte. Não possuíam equipamento para além de uma arma e tinham de combater até ao fim sem misericórdia até só restar um. No período das lutas civis, políticos usavam os seus gladiadores como guarda-costas e grupo de intimidação a outros candidatos (tornando-se as rixas frequentes).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-708442741911348605?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/708442741911348605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/se-existe-uma-imagem-que-associamos-aos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/708442741911348605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/708442741911348605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/se-existe-uma-imagem-que-associamos-aos.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xyUiGY0_Qzc/SUfzwTQmLDI/AAAAAAAAAA0/hl-XFHzQ178/s72-c/gladiador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8970267629933420904.post-8273074590411092690</id><published>2008-12-16T09:47:00.000-08:00</published><updated>2008-12-16T11:36:48.452-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='.::Frases::.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Disse:  &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 255, 255);" href="http://www.frasesfamosas.com.br/de/william-shakespeare.html" class="autor" title="FRASES PENSAMENTOS MENSAGENS WILLIAM SHAKESPEARE"&gt;William Shakespeare&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-family:webdings;" &gt;"Ser honrado tal como anda o mundo, equivale a ser um homem escolhido entre dez mil."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8970267629933420904-8273074590411092690?l=tribovstribo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tribovstribo.blogspot.com/feeds/8273074590411092690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-william-shakespeare-ser-honrado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/8273074590411092690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8970267629933420904/posts/default/8273074590411092690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tribovstribo.blogspot.com/2008/12/disse-william-shakespeare-ser-honrado.html' title=''/><author><name>Tribos VS Tribos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00465868085910770608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
